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Piauí PI | Últimas notícias do estado e Teresina

  • Extra

    Estudantes e professores de Teresina recolhem lixo dos candidatos por Enem limpo

    Baseado nos japoneses, que recolhem o lixo a cada grande evento popular, um grupo de 12 professores...

  • Folhapress

    Prefeito de Teresina diz que cidade tem 'folga relativa' para receber pacientes de Manaus

    RECIFE, PE (FOLHAPRESS) - O prefeito de Teresina, Doutor Pessoa (MDB), comunicou que a cidade tem uma folga relativa para receber 30 pacientes com Covid-19, que devem ser transferidos em um avião da FAB (Força Aérea Brasileira) de Manaus para a capital do Piauí ainda na noite desta quinta-feira (14). "Temos uma folga relativa para cuidar desses pacientes. Temos ainda espaços vazios preventivamente", afirmou o prefeito. Ele destacou que a cidade está aberta para receber pacientes de qualquer parte do país. A rede municipal de Teresina conta com 78 leitos exclusivos para pacientes de Covid-19. A taxa de ocupação é de 52%. A transferência dos doentes, que necessitam de oxigênio e cuidados clínicos, estava prevista inicialmente para o início da tarde desta quinta. Depois, a informação oficial era de que o grupo chegaria às 18h. No fim da tarde, a Fundação Municipal de Saúde de Teresina comunicou que a aeronave só deverá chegar por volta de meia-noite e meia desta sexta-feira (15). A operação para levar os pacientes do aeroporto até o Hospital da Universidade Federal do Piauí vai contar com 11 ambulâncias. Após o anúncio da transferência para Teresina, um remanejamento de doentes será feito do hospital universitário para uma unidade de saúde da rede municipal. "Vamos retirar do hospital universitário os pacientes que já foram tratados após serem infectados pelo coronavírus, mas que ainda precisam ficar internados por alguma razão", explicou o presidente da Fundação Municipal de Saúde de Teresina, Gilberto Albuquerque. A ideia é abrir mais espaço. Os doentes vão ser transferidos para o Hospital Mariano Castelo Branco, administrado pela prefeitura. "Nossa ideia é ampliar o setor no hospital da universidade para chegarmos a aproximadamente 50 leitos", disse. De acordo com Albuquerque, não há indicação para internação em UTI dos pacientes vindos de Manaus. "Mesmo assim, temos lá 25 leitos de UTI. Deste total, dez deles são para pacientes com Covid-19", destacou Albuquerque. O colapso do sistema de saúde em Manaus obrigou o Ministério da Saúde a pedir à estatal responsável pelos hospitais universitários 135 vagas de pacientes com Covid-19 em cinco estados no Distrito Federal.

  • Extra

    Débora Nascimento vive romance com o modelo Marlon Teixeira, ex de Marquezine; eles passaram o réveillon no Piauí

    Débora Nascimento começou o ano muito bem acompanhada. A atriz está vivendo um romance com o modelo...

  • Folhapress

    PF investiga contratos ligados à pandemia da Covid-19 no Piauí

    TERESINA, PI (FOLHAPRESS) - A Polícia Federal cumpre na manhã desta terça-feira (12) 18 mandados de busca e apreensão em cinco cidades dos estados do Piauí, de São Paulo e do Rio Grande do Sul em uma operação que investiga suposto desvio de recursos utilizados no combate à pandemia de Covid-19. A operação investiga contratos firmados pela Secretaria de Saúde do Piauí, estado administrado pelo governador Wellington Dias (PT), que preside o consórcio de governadores do Nordeste. Avaliados em R$ 33 milhões, os contratos investigados foram assinados com três empresas para compra de equipamentos hospitalares, medicamentos, insumos e estruturas modulares para instalação de hospitais de campanha. Todos eles foram firmados com dispensa de licitação, modalidade de compra permitida com o decreto de emergência da pandemia “Os contratos investigados demonstram a formalização de processos administrativos em desacordo com a legislação específica, notadamente no que se refere à publicidade, acarreando contratos suspeitos com empresas que não possuem condições técnicas de atender ao objeto contratado", informa nota divulgada pela Polícia Federal. O inquérito apura possíveis crimes de fraude à licitação, superfaturamento, falsidade ideológica e organização criminosa. Os mandados foram expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região. A operação tem participação de cerca de cem policiais federais e sete auditores da Controladoria-Geral da União. As buscas ocorrem nos municípios de Teresina, Joca Marques e Parnaíba, no Piauí, além de Pelotas (RS) e São Paulo. Em entrevista à imprensa, a delegada da Polícia Federal responsável pelo inquérito, Milena Soares Caland, , informou que dez pessoas são investigadas, entre elas seis servidores públicos, um com foro privilegiado, três empresários e um advogado. A PF não divulgou os nomes. De acordo com a delegada, há indícios de que pagamentos foram antecipados para empresas. O superfaturamento de preços pode chegar a 193%, segundo a PF. A delegada citou exemplos como a compra de cama Fowler, que no mercado é de R$ 1.123,00 e foi vendida para a governo do Piauí por R$ 2.700. Foram investigados contratos realizados entre os dias 19 de março a 26 de maio de 2020. A operação foi batizada com o nome Campanile, uma palavra de origem italiana que significa torre que contém sinos. “No sentido figurado é interesse de pequeno grupo de indivíduo em alusão aos núcleos organizacional e empresarial investigados”, diz a PF. Em nota, a Secretaria de Saúde do Piauí informou que colabora com as investigações da Polícia Federal e destaca que agiu com "transparência e seriedade durante todo o trabalho de combate a pandemia", destacando que todos os procedimentos contratuais e licitatórios obedecem ao que prevê a legislação. O Piauí registra alta nos casos da Covid-19 nos últimos dias com aumento de 30% do número de novos casos, de acordo com a média móvel. São 2.915 óbitos e mais de 148 mil casos confirmados.

  • Agência Brasil

    Covid-19: PF e CGU apuram irregularidades na Saúde do Piauí

    A Polícia Federal (12) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram, nesta terça-feira (12), no Piauí, a Operação Campanile. O objetivo é aprofundar investigações sobre a possível existência de conluio entre gestores da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) e empresários, em processos de dispensa de licitação durante a pandemia da covid-19, cujos pagamentos ocorreram anteriormente a qualquer formalização das etapas da contratação. A partir de denúncia recebida pela PF, sobre a negociação oculta entre gestores da Sesapi e empresários, com a emissão de empenhos e a realização de pagamentos antes da formalização dos contratos e de suas publicações nos meios oficiais, a CGU levantou informações e identificou pagamentos que foram feitos antes da publicação do extrato do contrato no Diário Oficial do Estado do Piauí. “Também foram identificados casos de empenhos ainda não pagos, cuja emissão ocorreu em momento anterior ao da publicação do extrato do contrato e casos de empenhos ainda não pagos em relação aos quais nem se identificou a publicação do extrato do contrato”, diz ainda a CGU. A nota diz ainda, que a “formalização dos processos de contratação em momento posterior demonstra que a Sesapi contratou as empresas de forma irregular e que, ciente das falhas, tentou dissimular tais ocorrências com publicações retroativas dos extratos dos contratos”. Em 2020, para o enfrentamento da emergência de saúde pública provocada pelo novo coronavírus, o Piauí recebeu do Fundo Nacional de Saúde (FNS) cerca de R$ 100 milhões. Os dados levantados pela CGU referiram-se a contratações por órgãos da Sesapi que resultaram em pagamentos de pelo menos R$ 33,7 milhões a empresas envolvidas na investigação, durante o período de março a dezembro deste ano, sendo parte desses recursos de origem federal. Os policiais federais estão cumprindo 21 mandados de busca e apreensão, nos municípios de Teresina, Parnaíba e Joca Marques, no Piauí; na cidade de São Paulo (SP); e em Pelotas, no Rio Grande do Sul. Nota A secretaria divulgou nota, na qual diz que colabora plenamente com as investigações e “ressalta sua transparência e seriedade durante todo o trabalho de combate a pandemia do coronavírus e destaca que todos os procedimentos contratuais e licitatórios obedecem, rigorosamente, o que prevê a lei. A Sesapi reconhece o trabalho e o dever da polícia de investigar e irá mostrar, ao longo do processo, que não há nenhuma irregularidade em suas ações”.

  • LANCE!

    Novorizontino, Floresta e Altos-PI garantem acesso para a Série C

    Trio carimbou um lugar na semifinal e disputam o título junto com o Mirassol

  • Folhapress

    Campanha de Baleia Rossi à presidência da Câmara começa com viagem na sexta ao Piauí

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Candidato à Presidência da Câmara dos Deputados, Baleia Rossi (MDB-SP) planeja dar início ao seu giro de viagens pelo país na sexta-feira (8) pelo Piauí. A estratégia é encontrar líderes políticos e governadores para articular votos a seu favor. O principal adversário de Baleia, Arthur Lira (PP-AL), também está em viagem pelo país com apoiadores. No Piauí, Baleia tem encontro marcado com o governador Wellington Dias (PI) e com o prefeito de Teresina, Doutor Pessoa (MDB). Na próxima terça (12), Baleia fará campanha em Santa Catarina. Em seguida, estão agendadas viagens para Goiás e Ceará.

  • Reuters

    Aneel cobra Equatorial Energia, fará fiscalização após blecaute no Piauí

    (Reportagem atualizada com posicionamento da Equatorial Energia)(Reuters) - Após um blecaute atingir a região de Teresina (PI) na virada do ano, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) disse nesta terça-feira que cobrou explicações da distribuidora responsável pelo suprimento local, Equatorial Energia, e que abrirá um processo de fiscalização.As falhas de fornecimento, de 31 de dezembro a 3 de janeiro, foram causadas por chuvas e ventos e impactaram cerca de 71 mil unidades consumidoras, segundo o órgão regulador.

  • O Globo

    Após apagão no Piauí, Aneel pede esclarecimentos a distribuidora de energia no estado

    Agência reguladora notificou Equatorial por blecaute que afetou a capital Teresina. Prazo para envio de informações é a próxima segunda-feira

  • Folhapress

    Apagão que atingiu Teresina na véspera do Ano-Novo tem fim três dias depois

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Responsável pelo abastecimento de energia no Piauí, a distribuidora Equatorial Piauí informou neste domingo (3) que conseguiu restabelecer completamente o fornecimento em Teresina, que enfrentava com falta de luz desde a noite do dia 31 de dezembro. A situação levou teresinenses a temerem por um revival do apagão que deixou o Amapá às escuras em novembro. Em nota, a empresa diz que "100% das ocorrências coletivas" foram restabelecidas. Segundo a Equatorial, isso significa que foram solucionadas todas as interrupções que atingiam mais de um cliente. "A força tarefa realizada pela distribuidora segue agora tratando os casos isolados e pontuais", diz o texto. Os problemas começaram durante um temporal na capital piauiense. Segundo a Equatorial, ao menos 280 árvores caíram sobre a rede de distribuição de eletricidade do município, tornando necessário reconstruir parte da infraestrutura. "As fortes chuvas geraram severos danos à rede elétrica", argumentou a empresa. "Em função da gravidade dos danos causados ao sistema elétrico, os trabalhos de recuperação tiveram alta complexidade e tempo de recomposição maior." O longo período gerou protestos nas ruas e em redes sociais. Na tarde deste sábado (2), moradores da região norte da cidade protestaram em duas avenidas por causa do problema. Eles queimaram pneus e interditaram as pistas gritando "queremos energia". O universitário Andrew Amorim, 20, estava na cozinha ajudando a mãe com os pratos da ceia quando começou a chover forte. Ela quis cozinhar lombo de porco porque era um animal "que fuça para frente". Adiante deles, um apagão que durou três dias em Ininga, bairro de classe média onde fica a Universidade Federal do Piauí. Ele compartilhou uma foto nas redes em que ironiza: "Imagens ao vivo das equipes especializadas que foram mobilizadas para resolver o problema complexo da rede energizada". Está em sua rua, completamente vazia. O blecaute por ali, diz à Folha, é reincidente. "O interessante é que no Natal ocorreu uma chuva leve, sabe? Não teve essa história de que 'caíram 280 árvores pela cidade', mas mesmo assim a energia caiu por volta das 23h e só voltou às 5h. Na véspera do Ano-Novo foi pior. A luz só voltou em sua vizinhança na manhã de domingo (3), e de forma instável, conta. "Instável que eu digo é oscilando, a gente percebe claramente quando liga um ventilador, e ele fica alternando a velocidade sozinho." "Dia 1 eu vi um carro da Equatorial [a empresa responsável] passando pelo meu bairro. Eles ficaram uma hora simplesmente contemplando os fios elétricos caídos kkkk", diz Andrew. "E só na madrugada do dia 1 pro dia 2 que começaram a cortar e retirar as árvores. Ou seja, foram 24h de mera contemplação dos fios e árvores caídas." O apagão de informações não ajudou, afirma o estudante. "Se eles tivessem explicado de fato o problema, acho que a angústia teria sido menor, principalmente porque a gente mora em uma capital e não espera esse tipo de situação, mas a partir do momento em que elas não nos informam sobre nada e a gente fica três dias seguidos sem energia, não tem não pensar na desgraça que aconteceu no Amapá." A queda de energia atingiu a cidade de maneira desigual. A bacharel em direito Julyana Alvarenga, 28, diz que no Vale do Gavião (zona leste), onde mora, ficou coisa de uma hora sem luz. "Por morar em condomínio, a energia retornou mais rápido que em outros lugares." A Equatorial diz que mobilizou 82 equipes de atendimento emergencial, sendo 15 de manutenção pesada, e manteve quase 300 colaboradores trabalhando em tempo integral desde o início da crise para restabelecer do abastecimento. "Diferentemente do atendimento emergencial em condições típicas, nesta situação houve a necessidade de reconstrução da infraestrutura de redes que foram destruídas pelo evento climático registrado", afirmou a empresa. Em novembro, moradores de 14 das 16 cidades do Amapá tiveram que conviver com apagões e racionamento de energia por até 22 dias, depois que uma explosão em uma subestação desconectou o estado do restante do país. O acidente ocorreu na subestação Macapá, que recebe energia da linha de transmissão que liga o estado às usinas hidrelétricas da região Norte. A instalação é operada pela LMTE (Linhas de Macapá Transmissora de Energia), controlada pela Gemini Energy, e estava operando de forma precária no momento do acidente, com um de seus três transformadores parados para manutenção. Relatório do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) apontou uma série de falhas antes, durante e depois do acidente. Para especialistas, houve erros também na fiscalização, já que a manutenção do terceiro transformador se arrastava desde o início do ano, sem qualquer ação por parte das autoridades do setor.