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    Da estreia no Brasileirão 2020 à estreia no Carioca; relembre as mudanças no plantel do Botafogo

    Clube de General Severiano busca reformulação e reestruturação para conquistar o acesso à Série A do futebol nacional

  • Extra

    Ferj e clubes debatem testes de público no Carioca já no Fla-Flu, dia 14, no Maracanã

    Em reunião virtual com médicos dos clubes cariocas, a Federação de Futebol do Rio de Janeiro (Ferj)...

  • Folhapress

    À espera de reforços, Fluminense enfrenta a Portuguesa-RJ

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Fluminense enfrenta a Portuguesa-RJ neste domingo (7), às 16h, pela segunda rodada do Campeonato Carioca. O time tricolor tenta a recuperação depois de ter perdido na estreia para o Resende. E enquanto o time principal desfruta de um período de folga desde o fim do Campeonato Brasileiro, o Fluminense levará a campo mais uma vez uma formação recheada de atletas oriundos de Xerém, o local do centro de treinamento de suas categorias de base. Alguns deles, porém, já chegaram a atuar no time principal. São os casos de Miguel, Samuel, André e Frazan. O nome mais promissor, contudo, é o do atacante John Kennedy. Ao mesmo tempo em que privilegia sua base, o Fluminense se prepara para a chegada de reforços. O clube já anunciou três contratações para a temporada 2021: O lateral-direito Samuel Xavier, o zagueiro Rafael Ribeiro e o volante Wellington. Samuel e Wellington chegam em definitivo, com vínculo de dois anos. O volante terá um primeiro ano com produtividade e metas. Já Rafael vem por empréstimo junto ao Náutico, até o fim de 2021. A Portuguesa-RJ, por sua vez, tenta surpreender mais um "grande" no começo do Estadual. Na estreia, a equipe lusa derrotou o Vasco por 1 a 0 em São Januário. O Campeonato Carioca está sendo disputado em turno único por 12 equipes. Apenas as quatro primeiras avançam à semifinal, e os dois vencedores disputam o título. FLUMINENSE Pedro Rangel; Daniel, Luan, Frazan, Raí; André, Caio, Miguel, Gabriel Teixeira; Samuel, John Kennedy. T.: Aílton Ferraz PORTUGUESA-RJ Neguete; Watson, Diego Guerra, Dilsinho, Luís Gustavo; Wellington Cézar, Everton Heleno, Chay; Romarinho, Emerson Carioca, Douglas. T.: Hugo Cabral Estádio: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) Horário: 16h deste domingo Juiz: Felipe Paludo

  • Folhapress

    Fogo de Chão é condenada a reintegrar demitidos no Rio e pagar R$ 17 milhões

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A rede de churrascarias Fogo de Chão no Rio de Janeiro foi condenada a pagar R$ 17 milhões por danos morais coletivos e a reintegrar e pagar as verbas trabalhistas de funcionários que tenham sido demitidos em massa a partir de 20 de março do ano passado. Nos primeiros dias das medidas de restrições para barrar a circulação do novo coronavírus, há cerca de um ano, a rede dispensou trabalhadores das unidades no Rio, Brasília e São Paulo. Em decisão nesta sexta-feira (5), a juíza Mirna Rosana Ray Macedo Correa, da 52ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou o pagamento de salários, férias e o terço, 13º salário e mais o recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A defesa da rede diz que as demissões foram dentro da lei e afirma que irá recorrer da decisão, que classificou como "gritantemente ilegal". Em junho do ano passado, as demissões feitas pela rede de churrascarias chegaram a ser suspensas por meio de liminar. As decisões provisórias acabaram derrubadas pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho). A sentença desta sexta refere-se ao mérito do pedido apresentado pelo MPT (Ministério Público do Trabalho). Os procuradores do Rio pediam que a condenação da empresa fosse fixada em R$ 70 milhões. Para a juíza, a empresa violou "diversos princípios constitucionais" ao demitir seus funcionários sem qualquer diálogo com representantes sindicais e sem o pagamento integral das verbas de demissão. Na época, a Fogo de Chão utilizou um entendimento controverso de um artigo da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) para pagar somente metade da multa do FGTS. Após o início da ação civil pública na Justiça, a rede recuou e pagou os valores. A magistrada considerou a condenação em R$ 17 milhões mais proporcional ao dano causado pela rede de restaurantes. O dinheiro será destinado ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). No Rio, segundo a ação, foram dispensados cerca de 100 empregados nas unidades da rede na Barra da Tijuca e em Botafogo. Em sua sentença, a juíza Mirna Correa proíbe a Fogo de Chão a demitir mais de dez funcionários no período de um mês. Para esse tipo de dispensa coletiva, a empresa terá de abrir negociação coletiva com o sindicato da categoria. "Com certeza, a reclamada não precisava de autorização sindical para dispensar seus empregados. Mas, conforme fundamentos já analisados, precisava dialogar com o ente sindical, buscando uma saída menos injusta para os empregados, negociando algumas questões. Se tivesse aberto este canal, dificilmente teria feito as rescisões com corte de direitos como o fez", diz a juíza, na decisão. "Teria evitado tanto sofrimento para seus empregados". A multa por descumprimento da decisão foi fixada em R$ 10 milhões. A decisão determina ainda que a obrigação de reintegrar os demitidos no ano passado não representa estabilidade no emprego. Portanto, a empresa poderá dispensá-los, desde que não haja a caracterização de demissão em massa. OUTRO LADO Ainda cabe recurso à sentença da 52ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. O advogado Maurício Pessoa, que representa a rede de churrascarias, diz que ainda não foi notificado da decisão, mas tem a convicção de que a determinação será revogada. "A sentença está desconectada com a realidade e é gritantemente ilegal. Primeiro porque não existe lei que proíba a demissão coletiva sem contato com sindicato. Como é que eu posso ter cometido dano moral se o ato não foi ilegal?", afirma o advogado. Pessoa diz que a rede de churrascarias vai recorrer da sentença assim que possível. Na avaliação do advogado, a determinação da Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro contraria o entendimento firmado em tribunais superiores de que as demissões não foram ilegais.

  • Folhapress

    Após decreto da prefeitura, Justiça estende horário de funcionamento de bares e restaurantes no Rio

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidiu nesta sexta-feira (5) flexibilizar as restrições impostas pela prefeitura a bares e restaurantes. Segundo determinação da juíza Roseli Nalin, os estabelecimentos poderão funcionar até as 20h, e não mais até as 17h, como a administração municipal havia ordenado em decreto publicado no dia anterior. A magistrada da 15ª Vara de Fazenda Pública entendeu que, como as academias e shoppings podem ficar abertas até as 20h, o mesmo horário também deve ser aplicado às demais atividades econômicas com atendimento presencial. "Isto porque não há no decreto a justificativa para a distinção de tratamento dispensado às vertentes comerciais pontuadas", escreveu Nalin. A ação foi movida pela Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes) do Rio de Janeiro, que pediu a extensão do horário de funcionamento até as 22h. Na decisão liminar, Nalin reconheceu que não cabe ao Judiciário estabelecer políticas públicas, mas ponderou que é função do Executivo reunir critérios técnicos para sustentar suas determinações. Segundo ela, a prefeitura de Eduardo Paes (DEM) não apresentou dados técnicos a respeito da situação da pandemia da Covid-19 na cidade. "De qualquer forma, não se desconhece que a pandemia tem apresentado dados crescentes em todo o país, embora sua expansão na cidade do Rio de Janeiro não tenha exorbitado como nos demais estados da federação, sendo necessário que o município apresente dados técnicos para melhor avaliar a questão", escreveu a juíza. Em nota, a prefeitura afirmou que vai recorrer da decisão por entender ser insuficiente o fechamento a partir das 20h. De acordo com a Vigilância em Saúde e a Secretaria de Ordem Pública, o horário das 17h foi estabelecido a partir de orientação técnica para diminuir a circulação de pessoas e garantir o distanciamento social. Segundo a prefeitura, das 284 infrações sanitárias identificadas, 87% aconteceram no período noturno, o que indicaria que este é o horário com maiores aglomerações e descumprimento das regras. Ainda segundo a nota, a secretaria municipal de Saúde registrou nesta quinta-feira (4) um aumento de 16% dos casos de atendimento de síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave nas unidades de urgência e emergência da cidade. Essa foi a primeira vez que o Rio restringiu atividades desde a reabertura em meados do ano passado. Mesmo quando os casos e mortes voltaram a subir, no final de 2020, as atividades econômicas e espaços de lazer permaneceram abertos. Eduardo Paes, que vinha resistindo a adotar regras mais rígidas como outras cidades, argumentando que os dados locais ainda apontavam para uma redução da doença, afirmou em entrevista coletiva nesta quinta-feira que o objetivo com o decreto é se antecipar a um novo colapso.

  • Extra

    Vacinação: Rio tem repescagem para idosos de 78 anos ou mais, e Niterói só retoma imunização na segunda; veja as datas

    RIO - A cidade do Rio realiza, neste sábado, uma espécie de repescagem na vacinação contra a...

  • O Globo

    Vacinação: Rio tem repescagem para idosos de 78 anos ou mais, e Niterói só retoma imunização na segunda; veja as próximas datas

    Capital conta com o recebimento de novas doses esta semana para manter o calendário previsto de proteção contra a Covid-19

  • 90min

    FERJ afasta árbitro e assistente após erros contra o Fluminense no Carioca - leia a declaração

    Pênalti não marcado e gol anulado injustamente colaboraram para afastamento de árbitro e assistente.

  • O Globo

    Justiça ordena que Duque de Caxias cumpra Plano Nacional de Imunização e impõe multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento

    Decisão vem depois de um dia de caos na vacinação do município, que havia sido liberada para todas as pessoas acima de 60 anos

  • Extra

    Associação derruba decreto de Paes e amplia horário de funcionamento de bares e restaurantes no Rio

    A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) acaba de conseguir liminar na 15ª Vara de...