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    Mancini erra e Corinthians não pode ser tão exposto contra adversários melhores

    Corinthians é inferior a Flamengo, Ceará, Santos e Inter. Mancini precisa equilibrar o time para esses confrontos.

  • Folhapress

    A tabela do Campeonato Brasileiro de 2020

    Posição - Time - Pontos - Jogos - Vitórias - Empates - Derrotas - Gols pró - Gols contra - Saldo 1 - Internacional - 62 - 32 - 18 - 8 - 6 - 55 - 30 - 25 2 - São Paulo - 58 - 32 - 16 - 10 - 6 - 52 - 34 - 18 3 - Flamengo - 55 - 31 - 16 - 7 - 8 - 53 - 41 - 12 4 - Atlético-MG - 54 - 31 - 16 - 6 - 9 - 54 - 41 - 13 5 - Palmeiras - 51 - 31 - 14 - 9 - 8 - 44 - 30 - 14 6 - Grêmio - 51 - 31 - 12 - 15 - 4 - 40 - 27 - 13 7 - Fluminense - 50 - 32 - 14 - 8 - 10 - 45 - 40 - 5 8 - Ceará - 45 - 32 - 12 - 9 - 11 - 47 - 42 - 5 9 - Corinthians - 45 - 31 - 12 - 9 - 10 - 38 - 36 - 2 10 - Santos - 45 - 31 - 12 - 9 - 10 - 44 - 42 - 2 11 - Bragantino - 44 - 32 - 11 - 11 - 10 - 45 - 37 - 8 12 - Athletico-PR - 42 - 32 - 12 - 6 - 14 - 29 - 31 - (-2) 13 - Atlético-GO - 42 - 32 - 10 - 12 - 10 - 32 - 37 - (-5) 14 - Sport - 35 - 32 - 10 - 5 - 17 - 26 - 41 - (-15) 15 - Vasco - 35 - 31 - 9 - 8 - 14 - 33 - 46 - (-13) 16 - Fortaleza - 35 - 32 - 8 - 11 - 13 - 28 - 32 - (-4) 17 - Bahia - 32 - 31 - 9 - 5 - 17 - 36 - 53 - (-17) 18 - Goiás - 29 - 32 - 7 - 8 - 17 - 33 - 54 - (-21) 19 - Coritiba - 27 - 32 - 6 - 9 - 17 - 27 - 43 - (-16) 20 - Botafogo - 23 - 32 - 4 - 11 - 17 - 27 - 51 - (-24) 33ª RODADA 31/01 Vasco x Bahia Coritiba x Grêmio Atlético-GO x São Paulo Atlético-MG x Fortaleza Internacional x RB Bragantino Ceará x Athletico-PR Fluminense x Goiás 01/02 Sport x Flamengo 02/02 Palmeiras x Botafogo 17/02 Santos x Corinthians 32ª RODADA 23/01 São Paulo 1x1 Coritiba Vasco 3x2 Atlético-MG 24/01 Palmeiras 1x2 Ceará Atlético-PR 2x1 Flamengo Internacional 2x1 Grêmio Atlético-GO 2x0 Fortaleza Sport Recife 2x0 Bahia Santos 3x4 Goiás Fluminense 2x0 Botafogo 25/01 Corinthians 0x2 Bragantino 31ª RODADA 20/01 Botafogo 1x3 Atlético-GO Bahia 1x0 Athletico-PR Grêmio 1x1 Atlético-MG Coritiba 3x3 Fluminense São Paulo 1x5 Internacional Bragantino 4x1 Vasco 21/01 Flamengo 2x0 Palmeiras Fortaleza 2x0 Santos Goiás 0x4 Ceará Corinthians 3x0 Sport 30ª RODADA 15/01 Palmeiras 1x1 Grêmio 16/01 Fluminense 1x0 Sport Vascos 0x1 Coritiba 17/01 Santos 2x1 Botafogo Athletico-PR 1x1 São Paulo Atlético-MG 3x1 Atlético-GO Internacional 4x2 Fortaleza Ceará 1x2 Bragantino 18/01 Goiás 0x3 Flamengo 28ª RODADA 18/01 Palmeiras 4x0 Corinthians 29ª RODADA 09/01 Coritiba 0x0 Athletico-PR Sport 0x1 Palmeiras Fortaleza 0x0 Grêmio 10/01 Flamengo 0x2 Ceará São Paulo 0x1 Santos Internacional 1x0 Goiás Atlético-GO 1x1 Bahia Vasco 3x0 Botafogo 11/01 Bragantino 2x2 Atlético-MG 13/01 Corinthians 5x0 Fluminense 28ª RODADA 06/01 Botafogo 0x2 Athletico-PR Grêmio 2x1 Bahia Sport 1x0 Fortaleza Coritiba 1x2 Goiás Flamengo 1x2 Fluminense Red Bull Bragantino 4x2 São Paulo 07/01 Ceará 0x2 Internacional Atlético-GO 0x0 Vasco 18/01 Palmeiras x Corinthians 27/01 Atlético-MG x Santos 27ª RODADA 26/12 Atlético-MG 2x0 Coritiba Fortaleza 0x0 Flamengo Goiás 1x0 Sport Fluminense 1x2 São Paulo 27/12 Santos 1x1 Ceará Botafogo 0x2 Corinthians Bahia 1x2 Internacional Athletico-PR 3x0 Vasco Palmeiras 1x0 Red Bull Bragantino Grêmio 2x1 Atlético-GO 26ª RODADA 16/12 São Paulo 3x0 Atlético-MG Atlético-GO 2x1 Fluminense 19/12 Sport 1x1 Grêmio Internacional 2x0 Palmeiras Coritiba 1x2 Botafogo 20/12 Vasco 1x0 Santos Bragantino 0x1 Athletico-PR Flamengo 4x3 Bahia Fortaleza 0x2 Ceará 21/12 Corinthians 2x1 Goiás 25ª RODADA 12/12 Bragantino 2x1 Fortaleza Athletico-PR 0x1 Atlético-MG Palmeiras 3x0 Bahia Internacional 2x1 Botafogo Ceará 1x2 Atlético-GO Goiás 0x0 Grêmio 13/12 Flamengo 4x1 Santos Corinthians 1x0 São Paulo Sport 1x0 Coritiba Vasco 1x1 Fluminense 24ª RODADA 02/12 Fortaleza 0x0 Corinthians 05/12 Santos 2x2 Palmeiras Botafogo 0x1 Flamengo Fluminense 3x1 Athletico-PR Bahia 0x2 Ceará Coritiba 0x0 Red Bull Bragantino 06/12 São Paulo 1x0 Sport Grêmio 4x0 Vasco Atlético-MG 2x2 Internacional 07/12 Atlético-GO 0x1 Goiás 23ª RODADA 25/11 Atlético-MG 2x1 Botafogo Coritiba 0x1 Corinthians 26/11 Fortaleza 1x1 Goiás 28/11 Palmeiras 3x0 Athletico-PR Santos 4x2 Sport Bahia 1x3 São Paulo Atlético-GO 0x0 Internacional 30/11 Fluminense 0x0 Red Bull Bragantino Vasco 1x4 Ceará 27/01 Grêmio x Flamengo 22ª RODADA 20/11 Red Bull Bragantino 4x0 Bahia 21/11 Flamengo 3x1 Coritiba Athletico-PR 1x0 Santos Goiás 1x0 Palmeiras 22/11 São Paulo 1x1 Vasco Ceará 2x2 Atlético-MG Botafogo 1x2 Fortaleza Internacional 1x2 Fluminense Corinthians 0x0 Grêmio 23/11 Sport 0x1 Atlético-GO 21ª RODADA 14/11 Santos 2x0 Internacional Sport 0x2 Vasco Goiás 0x1 Athletico-PR Corinthians 1x2 Atlético-MG Grêmio 4x2 Ceará Fortaleza 2x3 São Paulo Flamengo 1x1 Atlético-GO Palmeiras 2x0 Fluminense 16/11 Coritiba 1x2 Bahia Botafogo 1x2 Red Bull Bragantino 20ª RODADA 7/11 Athletico-PR 2x1 Fortaleza São Paulo 2x1 Goiás Atlético-GO 1x1 Corinthians 08/11 Vasco 0x1 Palmeiras Internacional 2x2 Coritiba Red Bull Bragantino 1x1 Santos Atlético-MG 4x0 Flamengo Bahia 1x0 Botafogo Fluminense 0x1 Grêmio Ceará 0x0 Sport 19ª RODADA 31/10 Botafogo 2x2 Ceará Corinthians 1x0 Internacional Coritiba 1x0 Atlético-GO Fortaleza 0x1 Fluminense 01/11 Flamengo 1x4 São Paulo Sport 1x0 Athletico-PR Santos 3x1 Bahia Goiás 1x1 Vasco 02/11 Palmeiras 3x0 Atlético-MG Grêmio 2x1 Red Bull Bragantino 18ª RODADA 21/10 Vasco 1x2 Corinthians 24/10 Red Bull Bragantino 2x0 Goiás Ceará 2x1 Coritiba Atlético-MG 0x0 Sport 25/10 Fluminense 3x1 Santos Atlético-GO 0x3 Palmeiras Internacional 2x2 Flamengo Athletico-PR 1x2 Grêmio 11/11 Bahia 2x1 Fortaleza 09/12 São Paulo 4x0 Botafogo 17ª RODADA 17/10 Fluminense 2x2 Ceará Coritiba 1x2 Santos Atlético-GO 1x1 Athletico São Paulo 0x0 Grêmio 18/10 Corinthians 1x5 Flamengo Internacional 2x0 Vasco Red Bull Bragantino 2x0 Sport Fortaleza 2x0 Palmeiras 19/10 Botafogo 0x0 Goiás Bahia 3x1 Atlético-MG 16ª RODADA 14/10 Palmeiras 1x3 Coritiba Grêmio 3x1 Botafogo Santos 0x1 Atlético-GO Atlético-MG 1x1 Fluminense Sport 3x5 Internacional Athletico-PR 0x1 Corinthians 15/10 Flamengo 1x1 Red Bull Bragantino 16/10 Goiás 1x1 Bahia 19/11 Vasco 0x0 Fortaleza 25/11 Ceará 1x1 São Paulo 15ª RODADA 10/10 Vasco 1x2 Flamengo Palmeiras 0x2 São Paulo Coritiba 0x0 Fortaleza Atlético-MG 3x0 Goiás 11/10 Fluminense 1x0 Bahia Santos 2x1 Grêmio Sport 1x2 Botafogo Atlético-GO 2x1 Red Bull Bragantino Internacional 2x1 Athletico-PR Ceará 2x1 Corinthians 14ª RODADA 07/10 Corinthians 1x1 Santos Flamengo 3x0 Sport Grêmio 2x1 Coritiba Bahia 3x0 Vasco São Paulo 3x0 Atlético-GO Goiás 2x4 Fluminense Botafogo 2x1 Palmeiras Fortaleza 2x1 Atlético-MG 08/10 Athletico-PR 0x0 Ceará Red Bull Bragantino 0x2 Internacional 13ª RODADA 03/10 Grêmio 1x1 Internacional Palmeiras 2x1 Ceará Red Bull Bragantino 0x0 Corinthians 04/10 Botafogo 1x1 Fluminense Flamengo 3x1 Athletico-PR Coritiba 1x1 São Paulo Bahia 1x2 Sport Fortaleza 0x0 Atlético-GO Goiás 2x3 Santos Atlético-MG 4x1 Vasco 12ª RODADA 23/09 Sport 1x0 Corinthians 26/09 Inter 1x1 São Paulo Athletico-PR 1x0 Bahia Atlético-MG 3x1 Grêmio 27/09 Vasco 1x1 Red Bull Bragantino Palmeiras 1x1 Flamengo Ceará 2x2 Goiás Atlético-GO 1x1 Botafogo Santos 1x1 Fortaleza 28/09 Fluminense 4x0 Coritiba 11ª RODADA 26/08 São Paulo 1x0 Athletico-PR 16/09 Corinthians 3x2 Bahia 19/09 Red Bull Bragantino 4x2 Ceará Fortaleza 1x0 Inter Atlético-GO 3x4 Atlético-MG 20/09 Grêmio 1x1 Palmeiras Coritiba 0x1 Vasco Botafogo 0x0 Santos Sport 1x0 Fluminense 13/10 Flamengo 2x1 Goiás 10ª RODADA 12/09 Athletico-PR 1x0 Coritiba Santos 2x2 São Paulo 13/09 Fluminense 2x1 Corinthians Grêmio 1x1 Fortaleza Atlético-MG 2x1 Red Bull Bragantino Bahia 0x1 Atlético-GO Ceará 2x0 Flamengo Goiás 1x0 Internacional Palmeiras 2x2 Sport Botafogo 2x3 Vasco 9ª RODADA 09/09 Athletico-PR 1x1 Botafogo Fortaleza 1x0 Sport Goiás 3x3 Coritiba São Paulo 1x1 Red Bull Bragantino Fluminense 1x2 Flamengo Santos 3x1 Atlético-MG 10/09 Corinthians 0x2 Palmeiras Internacional 2x0 Ceará Bahia 0x2 Grêmio Vasco 1x2 Atlético-GO 8ª RODADA 05/09 Flamengo 2x1 Fortaleza Corinthians 2x2 Botafogo Ceará 0x1 Santos 06/09 Red Bull Bragantino 1x2 Palmeiras São Paulo 3x1 Fluminense Internacional 2x2 Bahia Sport 2x1 Goiás Vasco 1x0 Athletico-PR Atlético-GO 1x1 Grêmio Coritiba 0x1 Atlético-MG 7ª RODADA 02/09 Ceará 1x0 Fortaleza Fluminense 1x1 Atlético-GO Goiás 1x2 Corinthians Botafogo 0x0 Coritiba Bahia 3x5 Flamengo Athletico-PR 1x1 Red Bull Bragantino Palmeiras 1x1 Internacional Santos 2x2 Vasco 03/09 Grêmio 1x2 Sport Atlético-MG 3x0 São Paulo 6ª RODADA 29/08 Botafogo 0x2 Internacional Fluminense 2x1 Vasco Bahia 1x1 Palmeiras Fortaleza 3x0 Red Bull Bragantino 30/08 São Paulo 2x1 Corinthians Santos 0x1 Flamengo Coritiba 1x0 Sport Atlético-GO 0x2 Ceará 18/11 Atlético-MG 0x2 Athletico-PR 30/11 Grêmio x Goiás 5ª RODADA 22/08 Athletico-PR 0x1 Fluminense Internacional 1x0 Atlético-MG Goiás 2x0 Atlético-GO 23/08 Flamengo 1x1 Botafogo Vasco 0x0 Grêmio Palmeiras 2x1 Santos Red Bull Bragantino 1x2 Coritiba Sport 0x1 São Paulo Ceará 2x0 Bahia 26/08 Corinthians 1x1 Fortaleza 4ª RODADA 19/08 Flamengo 1x1 Grêmio Red Bull Bragantino 2x1 Fluminense Athletico-PR 0x1 Palmeiras Internacional 3x0 Atlético-GO Goiás 1x3 Fortaleza Botafogo 2x1 Atlético-MG Corinthians 3x1 Coritiba 20/08 Sport 0x1 Santos São Paulo 1x1 Bahia Ceará 3x0 Vasco 3ª RODADA 15/08 Grêmio 0x0 Corinthians Coritiba 0x1 Flamengo Palmeiras 1x1 Goiás 16/08 Atlético-MG 2x0 Ceará Vasco 2x1 São Paulo Bahia 2x1 Red Bull Bragantino Fluminense 2x1 Internacional Atlético-GO 1x1 Sport Fortaleza 0x0 Botafogo Santos 3x1 Athletico-PR 2ª RODADA 12/08 Red Bull Bragantino 1x1 Botafogo Atlético-MG 3x2 Corinthians Athletico-PR 2x1 Goiás Bahia 1x0 Coritiba Atlético-GO 3x0 Flamengo Fluminense 1x1 Palmeiras Ceará 1x1 Grêmio 13/08 São Paulo 1x0 Fortaleza Internacional 2x0 Santos Vasco 2x0 Sport 1ª RODADA 08/08 Fortaleza 0x2 Athletico-PR Coritiba 0x1 Internacional Sport 3x2 Ceará 09/08 Flamengo 0x1 Atlético-MG Grêmio 1x0 Fluminense Santos 1x1 Red Bull Bragantino 30/09 Botafogo 1x2 Bahia Corinthians 0x0 Atlético-GO 03/12 Goiás 0x3 São Paulo 27/01/2021 Palmeiras x Vasco

  • Folhapress

    Bragantino vence na Arena e freia Corinthians em luta por vaga na Libertadores

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Corinthians teve uma jornada ruim em sua luta para conquistar vaga na próxima Copa Libertadores. O RB Bragantino entrou de vez nessa briga ao vencer o time alvinegro na Neo Química Arena, na noite de segunda-feira (25), por 2 a 0. Helinho e Claudinho marcaram os gols que definiram um triunfo relativamente tranquilo da equipe de Maurício Barbieri, superior na maior parte do confronto. Ela chegou aos 44 pontos, na 11ª colocação do Campeonato Brasileiro. O clube do Parque São Jorge, com 45, está em décimo. São os seis primeiros do Nacional que obtêm vaga na principal disputa sul-americana. Há, porém, uma possibilidade real de o G-6 virar G-7 ou G-8, a depender dos resultados das finais da Copa do Brasil e da própria Libertadores, que também valem classificação. Para obter um bom resultado em Itaquera, o Bragantino soube frear muito bem o sistema de construção do Corinthians, impulsionado pelo trabalho de seus laterais. Fagner e Fábio Santos eram fortemente marcados, e a pressão alta rendeu frutos quase imediatos aos visitantes. Logo aos dois minutos do primeiro tempo, um toque de Fábio Santos foi interceptado. A equipe que jogava de vermelho trocou passes rápidos até que a bola chegasse a Helinho, que bateu com precisão, da meia-lua, para abrir o placar. Como que esmurrando pontas de faca, os donos da casa insistiam em uma saída que não funcionava e eram encaixotados. Só tinham algum sucesso nas raras bolas longas para Jô disputar no alto, e assim apareceram lances de perigo, mas o rival parecia mais concentrado. No final da etapa inicial, aos 42, o Bragantino ampliou a vantagem em jogada bem construída. Ytalo recebeu entre os zagueiros e deixou Claudinho na cara do gol para marcar, o que levou Vagner Mancini a acionar Otero e Léo Natel no intervalo, sacando Mateus Vital e Gustavo Silva. Ao longo do segundo tempo, o treinador também botou para jogar Luan, Everaldo e Gabriel Pereira. Luan entrou bem, mas a reação necessária não ocorreu. Os visitantes controlaram bem as ações e tiveram até oportunidades de obter um placar maior. CORINTHIANS Cássio; Fagner, Bruno Méndez, Gil, Fábio Santos; Gabriel, Ramiro (Gabriel Pereira), Gustavo Mosquito (Léo Natel), Cazares (Luan), Mateus Vital (Otero); Jô (Everaldo). T.: Vagner Mancini RB BRAGANTINO Cleiton; Aderlan, Léo Ortiz, Ligger, Edimar; Ryller (Eric Ramires), Raul, Claudinho (Bruno Tubarão); Helinho (Cuello), Ytalo (Hurtado), Artur (Leandrinho). T.: Maurício Barbieri Estádio: Neo Química Arena, em São Paulo (SP) Juiz: Bruno Arleu de Araújo (RJ) Cartões amarelos: Léo Natel, Everaldo e Ramiro (Corinthians); Helinho e Aderlan (RB Bragantino) Gols: Helinho, a 1min, e Claudinho, aos 42min do primeiro tempo

  • Folhapress

    Santos leva reservas para duelo contra o Atlético-MG

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Santos vai levar apenas jogadores reservas para enfrentar o Atlético-MG nesta terça-feira (26), às 20h, no Mineirão, em partida que foi adiada da 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Como terá a final da Libertadores contra o Palmeiras no próximo sábado (30), no Maracanã, o Santos optou por descansar seus principais jogadores, que no domingo participaram da partida contra o Goiás, na Vila Belmiro. É possível que apenas o goleiro John entre em campo. Vindo de duas derrotas consecutivas -para Fortaleza e Goiás-, o Santos ainda tem pretensões no Brasileirão, mas a situação ficou complicada. Com 45 pontos, a equipe paulista ocupa o décimo lugar e está cinco pontos atrás da zona de classificação para a Libertadores, que no momento é fechada pelo Fluminense. Do outro lado, o Atlético-MG também não vive bom momento. O time de Jorge Sampaoli tinha tudo para encostar na liderança, mas vacilou fora de casa nas duas últimas rodadas, com empate diante do Grêmio e derrota para o Vasco. Esses resultados deixaram o Galo estacionado com 54 pontos. Se vencer o Santos, ainda ficará cinco pontos atrás do Internacional e sem confronto direto pela frente. Para a partida, Réver deve retomar a titularidade em lugar de Gabriel. No ataque, Eduardo Vargas pode perder a posição de centroavante para Eduardo Sasha. ATLÉTICO-MG Everson; Guga, Réver (Gabriel), Junior Alonso, Guilherme Arana; Jair, Allan, Hyoran; Savarino, Eduardo Vargas, Keno. T.: Jorge Sampaoli SANTOS John; Madson, Laércio (Luiz Felipe), Alex, Wagner Leonardo; Vinicius Balieiro, Guilherme Nunes, Jean Mota; Tailson, Marcos Leonardo, Arthur Gomes. T.: Cuca Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG) Horário: 20h desta terça-feira Juiz: Paulo Roberto Alves Júnior (PR)

  • Folhapress

    Seleção brasileira une skatistas mirins dispostos a quebrar barreiras

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Bob Burnquist, 44, recordista de medalhas dos X-Games (com 30) e ex-presidente da Confederação Brasileira de Skate (CBSk), diz que uma de suas maiores felicidades foi proporcionar à nova geração de skatistas acesso a coisas que ele não teve em sua carreira. Depois de ter criado uma seleção brasileira da modalidade, visando à preparação olímpica para a estreia do esporte em Tóquio, em 2020 a CBSk anunciou uma seleção júnior, com atletas até 16 anos, de olho nos dois próximos ciclos (Paris-2024 e Los Angeles-2028). Eles estão divididos nas mesmas modalidades que serão disputadas nos Jogos, park e street. Com oito vagas para meninos e oito para meninas, a entidade dá suporte a promessas tanto de centros estabelecidos, como São Paulo e Florianópolis, até locais com menos tradição no esporte, como Maceió e Manaus. Os integrantes da seleção contam com um consultor técnico, médico, psicólogo e fisioterapeutas bancados pela confederação. Parte da verba vem do que a entidade recebe do COB (Comitê Olímpico do Brasil) dos recursos das loterias federais, mas a maior quantia sai da própria CBSk. Em 2021, a previsão é que sejam investidos R$ 420 mil na seleção júnior. O critério de entrada é a posição dos atletas no ranking nacional. Daniela Vitória, 11, já teve que superar alguns obstáculos para praticar o skate em Manaus --mesmo antes de a pandemia de Covid-19 provocar colapso em hospitais da cidade. Para se proteger do coronavírus, ela está isolada em casa, sem poder treinar, ao lado da mãe, Marilene, e do pai, Whelkle, sua primeira referência no esporte. "Ele andava de skate. Eu ficava observando e, quando ele ia beber água, eu pegava o skate e começava a remar. Aí comecei a passear na pista inteira. E teve uma moeda de troca. Eu chorava muito na entrada da escola. Ele falou: 'se você parar de chorar, te levo na pista todo final de semana'. Parei de chorar e tirei ótimas notas na escola", conta Daniela. "Se ela não fizesse seus deveres, não ia para a pista", diz Marilene. No início, ela tinha medo que a filha se machucasse. "Quando se machucava, ela escondia de mim. Mas hoje já é bem diferente, vi que ela se envolveu muito, fico até admirada." Moradores de São Lazaro, na região sul manauara, Daniela e o pai costumavam ir à pista do Morro da Liberdade, bairro vizinho. Eles relatam que o local não tem a estrutura ideal, mas já melhorou muito. Também longe das melhores condições começou Carla Karolina, 15, outra que conheceu o skate pelo pai, Carlos Henrique dos Santos, o Bob. "Via meu irmão, meu pai e os amigos andando, aí eu pegava um skate ou outro, remava, e chegou o dia que eu falei que queria um skate. [Disseram] 'Não, filha, skate machuca, não pode'. Mas eu falei que queria, ele me deu um de supermercado, daqueles bem fraquinhos. Com três dias o skate quebrou, quando tentei dar um ollie [manobra]", recorda Karol. No início, a dupla andava numa praça de Maceió que nem sequer tinha pista. Bob, vendo o talento da filha, procurou na internet cursos básicos e começou a construir os obstáculos. Até hoje é desse tipo de equipamento, fabricado pelo pai, que ela usufrui nos treinos do dia a dia. A realidade é bem diferente em Florianópolis, onde cresceu Pedro Carvalho, 15. Seu pai, Cahuê, sempre gostou de surfar e levava junto o filho, que pegava ondas até entre suas pernas. Foi no skate que o garoto despontou. A capital de Santa Catarina é um dos polos do esporte no Brasil, e desde cedo Pedro dividia pista (e fazia amizade) com figuras como o xará Pedro Barros, campeão mundial da modalidade olímpica park. Na pandemia, quando não podia treinar nos locais públicos ou compartilhados, ele usava a pista da própria casa. Mesmo com as diferenças de estrutura e apoio, há uma realidade que une skatistas de todas as idades, do Norte ao Sul do país: o combate a ideias pré-concebidas sobre os praticantes do esporte. "Já presenciei cenas de preconceito. Pessoas que eu conheço que, quando chamava para andar de skate, os pais não deixavam, achavam algo errado. Mas é esporte, você está na rua conhecendo gente nova. Ainda mais com as Olimpíadas, isso tem mudado", diz Pedro, otimista com o futuro e que sonha um dia participar da principal competição do esporte mundial. Para Karol, o preconceito com o skate fez com que ela precisasse inclusive mudar o local onde treinava. "Alguns vizinhos da praça apoiavam a gente, alguns até andavam juntos, mas tem aqueles que não queriam saber de nada, não gostavam e não queriam conversa --geralmente o pessoal mais velho. A gente respeitava, chegava um horário e parava de andar. Era uma praça pública, então tinha muita tribo de molecada, de vários bairros, tinha droga, álcool, e eles discriminavam todo mundo junto", conta o pai dela, Bob. Após alguns anos no local, eles conseguiram espaço no estacionamento de uma Igreja. Por conta das ferragens e dos obstáculos, os padres também pediram que saíssem dali. Atualmente, treinam no estacionamento de uma escola. Daniela e o pai, atualmente, têm à disposição algumas outras pistas em Manaus, mas acabam sempre voltando para o local onde tudo começou. Tanto pela relação pessoal quanto pela proximidade de casa, que facilita a logística de treinos. Hoje outros pais levam seus filhos para andar por lá, mas já houve tempos em que a região era controlada pelo Comando Vermelho. "A gente tinha perfil de marginalização naquela pista. Quando começamos, falavam que a gente estava indo se drogar, que eu levava minha filha de fachada. Mas hoje eles têm respeito pela minha filha, dizem 'lá vem a Danizinha'. Com essa ascensão dela, os pais estão trazendo seus filhos, vem falar comigo, eu tento conscientizar, incentivar", afirma Whelkle, que ainda sente falta de ver mais meninas andando de skate. As famílias de Daniela e Karol vivem hoje um mesmo dilema. Amam e se identificam com o lugar onde cresceram, mas pensam também em se mudar para uma cidade que, segundo eles mesmos, dê mais oportunidade para as jovens no esporte. Fazer o skate mais amplo em cenário nacional é também um dos papeis da confederação, segundo o seu presidente, Eduardo Musa. "Fechamos com a ajuda da Secretaria Especial do Esporte a construção de quatro pistas: em Teresina, Fortaleza, Salvador e Brasília. Claro que por lá tem pistas boas, mas essas quatro esperamos que sejam referência nessas regiões, para fomentar a prática de alto nível. Parafraseando, somos o país do skate também, mas temos que dar condições para os atletas", afirma. Daniela e Karol se inspiram em outra colega de esporte: Rayssa Leal, 13 anos e uma das melhores do mundo no street entre as adultas, que mora em Imperatriz, no Maranhão. Para elas, um espelho não só nas pistas, mas na chance de usar o skate para dar visibilidade à cidade onde moram. "Ela [Karol] está aparecendo na midia, em jornal local aqui do estado. Como está tendo muita visibilidade, acho que está quebrando a barreira do preconceito", opina Bob. "A gente quer transformar esse legado com o nome de Daniela, para as pessoas deixarem de ver o skate como esporte de marginalização", completa Whelkle. Seleção de base do skate brasileiro: - Park feminino Erica Leguizamon (Garopaba-SC) Maitê Demantova (Curitiba-PR) Raicca Ventura (Santo André-SP) Marina Brauner (Pelotas-RS) - Park masculino Pedro Carvalho (Florianópolis-SC) Vicenzo Damasio (Garopaba-SC) Victor Ikeda (São Paulo-SP) Kalani Konig (Florianópolis-SC) - Street feminino Carla Karolina (Maceió-AL) Giovana Moreira (Niterói-RJ) Thais Ávila (Rio de Janeiro-RJ) Daniela Vitória (Manaus-AM) - Street masculino Matheus Teixeira (Passo Fundo-RS) Kalani Konig (Florianópolis-SC) Guilherme Sato (Ponta Porã-MS) Filipe Mota (Pato de Minas-MG)

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    Ex-Corinthians, Claudinho explodiu no RB Bragantino

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro (ao lado de Marinho, do Santos), com 15 gols, Claudinho foi sondado por Renato Gaúcho, durante a partida entre Grêmio e Red Bull Bragantino, em novembro. O treinador confirmou o interesse no jogador. Há também a possibilidade de ele se transferir para o RB Leipzig (ALE), time mais expressivo entre os tentáculos da multinacional de bebidas. O Al Ittihad disse estar disposto a pagar 10 milhões de euros (pouco mais de R$ 66 milhões) para levá-lo à Arábia Saudita. A explosão na carreira do meia de 23 anos demorou para acontecer. De 2016 a 2018, ele foi emprestado pelo Corinthians para o Bragantino, Santo André, Ponte Preta e Oeste. "Você fica um pouco triste porque está em um time grande e espera receber a chance, não sair por empréstimo. Mas não tem de abaixar a cabeça e se frustrar. Passei por esses clubes e ganhei experiência. Aprendi", afirma. Mais do que os gols, Claudinho se transformou em um dos jogadores mais decisivos do Brasileiro. Algo que poderia ter acontecido com a camisa do Corinthians, adversário do Bragantino nesta segunda (25), às 20h, na Neo Química Arena. Pelo clube do Parque São Jorge, porém, atuou por apenas cinco minutos, contra o Linense, pelo Paulista de 2016. "Eu criei um pouco de expectativa [de ser mais aproveitado no Corinthians]. O time tinha acabado de ser campeão [Brasileiro de 2015]. O Tite e a comissão técnica gostavam de mim. Joguei só cinco minutos, mas fui bem. Mas não era para ser, paciência", diz. O Corinthians não foi seu primeiro clube grande. Descoberto com cinco anos, ao jogar bola nas ruas da periferia de São Vicente (SP), foi levado para o futsal do Santos. Ficou no clube até os 18 e afirma que nunca desejou sair. Claudinho deixou a Vila Belmiro em 2015 porque a diretoria permitiu que seu contrato terminasse e, quando ofereceu renovação, propôs o mesmo salário de antes. "Eu me considero um Menino da Vila. Eu nunca desejei deixar o Santos. Queria subir para o profissional. Fiz toda a base lá, foi onde cresci. Era fã dos jogadores do time", lembra o armador, que tem Robinho como ídolo. A chance que faltou no Santos e no Corinthians e a estabilidade que não encontrou nos empréstimos foram dadas a partir de 2019, quando a Red Bull assumiu o Bragantino. Com nove gols, ele foi vice-artilheiro do time e um dos protagonistas na campanha do título da Série B. Com a melhor campanha na fase de grupos, a equipe chegou às quartas de final do Paulista de 2020 para enfrentar o Corinthians. A preparação foi atrapalhada por erro do Hospital Albert Einstein, que fez o clube acreditar ter 26 casos de Covid-19, sendo nove jogadores. Estes tiveram de ir para a capital horas antes da partida e só chegaram ao Morumbi a poucos minutos do jogo. O Corinthians venceu por 2 a 0. "Não posso dizer que o resultado seria diferente, mas ficou cansativo para os jogadores que tiveram de fazer o exame de novo. Passaram o dia inteiro no hospital, alguns não dormiram direito. Atrapalhou a nossa preparação", diz. Claudinho entrou no Brasileiro da Série A como a principal referência de um time que tinha como projeto terminar na zona de classificação para a Copa Sul-Americana. Nem tudo foram flores. O técnico Felipe Conceição o colocou no banco de reservas em vários jogos. O Red Bull Bragantino, que imaginava a segurança de uma posição intermediária, entrou na zona de rebaixamento. "Eu não entendi. Ninguém do clube, da minha família ou os meus empresários entenderam muito bem o que o treinador que estava aqui pensava. Mas eu sabia que uma hora ou outra [a posição de titular] ia cair no meu colo. Era má gestão, o time não estava encaixando e quem estava comandando não geriu bem o clube", analisa. Sua previsão se concretizou. Com a chegada de Maurício Barbieri, a vaga caiu no seu colo. E ele não olhou mais para trás. Nas últimas dez rodadas, anotou sete gols. Seus 15 marcados já representam a melhor marca individual de um jogador na história do Bragantino no Brasileiro. A equipe iniciou a 32º rodada na 11ª posição, dentro da zona de classificação para a Sul-Americana. Para quem começou a sonhar com o futebol aos 5, aos 23 tudo parece começar a dar certo. E quando Claudinho se sente bem, o som do funk ou do trap (vertente do rap) de cantores que são seus amigos ecoa no vestiário do Red Bull. Vários deles costumavam visitá-lo (na fase pré-pandemia) na concentração do clube. "Tenho certeza que vou chegar a lugares extraordinários. Coloco tudo isso na mão de Deus. Quando eu era criança, meu pai saía para trabalhar e conseguir pagar o aluguel, comprar arroz, feijão e de vez em quando uma mistura. Percebi que, se conseguisse virar atleta, iria tirá-los daquele sufoco", afirma. O meia de 23 anos atualmente mora em Bragança Paulista com os pais Rodrigo e Lúcia, 41, e a irmã Rayane, 18. * CORINTHIANS X BRAGANTINO 20h, Neo Química Arena Na TV: Premiere

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