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São Paulo | Últimas notícias da capital e estado de SP

  • Folhapress

    Em SP, estabelecimentos tentam driblar fase vermelha da quarentena

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Estabelecimentos e clientes tentaram driblar as novas regras da fase vermelha do Plano São Paulo na primeira noite em vigor, nesta segunda-feira (25). Conforme decreto do governo do estado, apenas serviços essenciais passam a ser permitidos a partir das 20h nos dias de semana e durante todo o fim de semana. Na região da Vila Madalena (zona oeste da cidade), a fiscalização da prefeitura estava atenta aos bares que não respeitassem o horário. Por volta das 19h30, os estabelecimentos estavam a todo vapor com diversos clientes e música ao vivo. Porém, com a chegada da fiscalização da prefeitura e apoio da GCM (Guarda Civil Metropolitana), bares começaram a fechar as portas. Depois das 20h, no entanto, alguns locais permaneciam em funcionamento enquanto clientes se negavam a deixar o estabelecimento. De acordo com fiscais da prefeitura, os lugares que mantivessem os clientes após esse horário seriam multados. Enquanto realizavam a ronda, foram hostilizados e ameaçados verbalmente por clientes insatisfeitos com a determinação. A mudança no plano foi anunciada pelo governo João Doria na última sexta-feira (22) após uma piora nos indicadores de Covid-19 no estado. Dessa forma, durante a fase vermelha, podem funcionar apenas serviços essenciais, como supermercados, padarias e farmácias. Os atendimentos feitos presencialmente como em shoppings, restaurantes, bares e lanchonetes ficam proibidos. Serviços de delivery continuam funcionando normalmente.

  • Folhapress

    Chuva provoca enchentes no centro de São Paulo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A região central da cidade de São Paulo sofreu com alagamentos após a chuva que atingiu a capital na noite desta segunda-feira. Na Santa Cecília, alguns carros chegaram a boiar por causa da enchente. Um dos locais afetados foi a rua Baronesa de Itu. O ponto mais crítico na via, onde os automóveis foram arrastados pela água, foi no cruzamento com a rua Albuquerque Lins, próximo à estação Marechal Deodoro do metrô, da linha 3-vermelha. O CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas da Prefeitura de São Paulo) colocou toda a cidade em estado de atenção para alagamentos às 19h38. Às 21h30, a região da Sé ainda estava em estado de alerta por causa do transbordamento do córrego Saracura, na avenida 9 de Julho. A capital paulista registrou 12 pontos de alagamento nesta segunda, de acordo com o CGE, sendo que dez ficaram intransitáveis. Na região central, o trânsito foi bloqueado no túnel do Anhangabaú e na rua Manoel Dutra, próximo à praça 14 Bis. Também houve interdição de vias na zona norte (avenidas Ordem e Progresso e Olavo Fontoura), na zona oeste (avenida Marquês de São Vicente) e na zona sul (avenidas Interlagos e 23 de Maio). O Corpo de Bombeiros recebeu, até as 21h45, três chamados para desabamentos, nove para enchentes e 54 para queda de árvores. Não há registro de vítimas até o momento. Para esta terça-feira (26), a previsão é de pancadas de chuva com trovoadas isoladas nos períodos da tarde e da noite, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia). As temperaturas deverão ficar entre 21ºC e 31ºC.

  • Agência Brasil

    Dólar sobe 0,6% em dia de feriado em São Paulo

    Em um dia de negociações em horário reduzido por causa do feriado em São Paulo, o dólar teve valorização moderada, seguindo o mercado externo. O dólar comercial encerrou a segunda-feira (25) vendido a R$ 5,509, com alta de R$ 0,03 (+0,6%). A moeda norte-americana foi negociada em horário reduzido, das 10h30 às 11h30. No mercado internacional, o dólar também subiu ante as principais moedas. Com atrasos na vacinação em vários países e a perspectiva de lentidão no novo pacote de estímulos nos Estados Unidos, houve um movimento global de aversão ao risco. Nesta segunda, o líder da maioria democrata no Senado norte-americano, Chuck Schumer, disse que o pacote de estímulos avaliado em US$ 1,9 trilhão pode levar até seis semanas para ser aprovado pelo Congresso. Outro fator que contribuiu para o nervosismo no mercado foi a alta da inflação nos Estados Unidos, que aumenta as pressões para que o Federal Reserve (Banco Central norte-americano) antecipe o aumento de juros da maior economia do planeta. A bolsa de valores de São Paulo não funcionou hoje, dia em que o município completou 467 anos. Na última sexta-feira (22), o índice Ibovespa tinha caído 0,8% e recuado para 117.380 pontos.

  • Folhapress

    Parque e restaurantes lotam no feriado da zona leste de SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Paulistanos aproveitaram o calor do feriado desta segunda-feira (25), aniversário da cidade de São Paulo, e lotaram locais como o parque do Carmo e restaurantes, muitos sem o cumprimento de regras para se evitar a propagação do novo coronavírus. O feriado desta segunda-feira foi a última chance de o paulistano frequentar esses locais, fora os dias úteis. Nos próximos dois fins semana, todo o estado de São Paulo entra na fase vermelha do Plano São Paulo. Parques deverão fechar e restaurantes só poderão oferecer delivery, ou seja, as pessoas também não vão poder comer nos estabelecimentos. Lojas e shoppings também não poderão abrir nos próximos dois sábados e domingos. No parque do Carmo, logo no estacionamento havia fila de carros com motoristas à procura de vagas. As vias do local estavam margeadas por veículos estacionados, em volta dos quais milhares de pessoas circulavam. Nos gramados do parque foi difícil encontrar alguém usando máscara de proteção. Dezenas de crianças brincavam e famílias se aglomeravam próximo a um coreto, onde ocorria uma festa de aniversário. O projetista Cláudio de Sousa Ribeiro, 39 anos, e sua mulher, a artesã Cristiane de Oliveira Ribeiro, 38, foram umas das poucas pessoas que usavam máscaras quando a reportagem esteve no local, no início da tarde. "Tivemos Covid-19 e sabemos, na prática, os males que esse vírus pode fazer", afirmou o projetista. Ele contou ter ficado cinco dias internado em um hospital particular de Guarulhos (Grande São Paulo), há cerca de dois meses. A companheira dele também teve sintomas, como dor nas costas e falta de ar, porém, não precisou ser internada. "Mas até hoje ainda sinto um cansaço às vezes que nunca havia sentido [antes ser ser infectada pelo vírus]." "Por sabermos na pele como o corovírus pode debilitar, mesmo estando aqui [no parque] estamos longe das pessoas e pretendemos sentar na grama sem estar próximos de ninguém", afirmou a artesã. Ambos resolveram ir ao parque por causa do feriado, mas garantiram não ir muito ao local e também ter se surpreendido com o grande volume de pessoas, sem máscara de proteção. Diferentemente do casal, a reportagem observou grupos de pessoas aglomeradas em alguns pontos do parque, como se fosse um feriado em tempos anteriores à pandemia da Covid-19. Nenhum funcionário do foi visto orientando as pessoas a respeitarem os protocolos sanitários. Em Cidade Líder, também na zona leste, pelo menos dez pessoas estavam em uma fila na porta de um restaurante especializado em comida nordestina à espera de vaga, pois o local estava lotado. Dentro do comércio, somente atendentes usavam máscaras. Um funcionário afirmou, sem saber que falava com a reportagem, que "era só esperar um pouco" que alguma mesa estaria vaga. Em Itaquera, ainda na zona leste, a reportagem encontrou um bar em que clientes só poderiam comprar bebidas e cigarros e os consumir em outro local. "Faço minha parte, mas não posso impedir as pessoas de beberem perto do meu bar, pois não mando na rua", argumentou o dono do local, que preferiu não se identificar. Na região de Santa Cecília, no centro, os poucos bares abertos, vistos pela reportagem, também atendiam clientes em frente aos estabelecimentos, que bloqueavam suas entradas com mesas. Em alguns destes comércios, algumas pessoas, isoladas e em pé, consumiam bebidas e alimentos. REGRAS A partir desta segunda-feira (25), todo o estado de São Paulo passa a ser classificado nas duas fases mais restritivas da quarentena. Até o dia 7 de fevereiro, sete regiões do interior estão na fase vermelha do Plano São Paulo, enquanto o restante das cidades, incluindo a capital, passa a viver uma rotina mista entre as fases laranja e vermelha. Na Grande São Paulo e nas regiões de Araçatuba, Araraquara, Baixada Santista, Campinas, Piracicaba, Registro, Ribeirão Preto, São João da Boa Vista e São José do Rio Preto, vigora a fase laranja em dias úteis até as 20h. Nessas regiões, aos fins de semana e feriados e após as 20h em dias úteis, somente os setores essenciais (farmácias, mercados, padarias, lojas de conveniência, bancas de jornal, postos de combustíveis, lavanderias e hotelaria) podem funcionar. Outros setores do comércio só podem atender em esquema de retirada na porta, drive-thru e entregas por telefone ou aplicativos. Na fase laranja, academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, concessionárias, escritórios e parques estaduais podem funcionar por até oito horas diárias, com atendimento presencial limitado a 40% da capacidade e encerramento às 20h. O consumo local em bares é totalmente proibido. RESPOSTA A Prefeitura de São Paulo, gestão Bruno Covas (PSDB), afirmou que o parque do Carmo "não atingiu" nesta segunda-feira os 40% de seu público, como determinam as regras do do governo estadual. A administração municipal não informou o número estimado de frequentadores deste feriado no local. A gestão Covas afirmou que vigilantes e cancelas permanecem nas três entradas do parque controlando o acesso do público. "O parque do Carmo conta com vigilantes por toda a sua extensão, orientando a utilização da máscara", diz trecho de nota. A prefeitura ainda que funcionários medem a temperatura das pessoas nas três entradas do parque, apesare de a reportagem não ter visto o procedimento ser realizado quando entrou no local, além de disponibilização de álcool em gel. "Todos os sanitários do parque também possuem totem de álcool em gel, além de funcionários nas entradas fornecendo o produto para os usuários", acrescentou. Desde o início da quarentena, a Secretaria Municipal das Subprefeituras interditou 1.410 estabelecimentos por exceder o horário de funcionamento permitido pela quarentena. O restaurante de comida nordestina afirmou, por telefone, ter atendido nesta segunda o limite de 40% de clientes permitido por lei.

  • Folhapress

    Justiça suspende pagamento do IPVA 2021 para pessoas com deficiência em SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) suspendeu, na noite de sexta-feira (22), a cobrança do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) 2021 para pessoas com deficiência no estado de São Paulo. Nogueira Diefenthaler, relator da ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público de São Paulo contra a Fazenda do Estado de São Paulo, considerou que a cobrança é ilegal e inconstitucional e concedeu a liminar (decisão provisória). O estado vai recorrer. Neste ano, o Governo de São Paulo mudou as regras para a isenção do IPVA a pessoas com deficiência. O critério deixou de ser somente a doença do motorista e passou a ser a necessidade de um carro adaptado para sua deficiência. Portanto, manteriam a isenção as pessoas com deficiência física severa ou profunda que precisem de veículo especialmente adaptado e customizado para sua situação, além das pessoas com deficiência física, visual, mental, intelectual, severa ou profunda, ou autismo, que impossibilite a condução do veículo. Neste caso, os veículos deverão ser conduzidos por motoristas autorizados pelo beneficiário da isenção ou por seu tutor, curador ou representante legal. Já as pessoas com deficiência em que não é necessária a adaptação veicular, como hérnia de disco, mastectomia, tendinite, síndrome do túnel do carpo, artrose e outras, teriam que pagar o imposto, diferente das regras de 2020. Com a mudança, cerca de 280 mil pessoas perderam o benefício, segundo a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado informou no início de janeiro. Na decisão, Diefenthaler ressaltou haver ilegalidade e inconstitucionalidade na cobrança do IPVA de condutores portadores de deficiência, pois, segundo ele, a isenção de 2021 proposta pelo governo de São Paulo faz distinção entre deficientes não condutores e deficientes graves/severos condutores e, entre estes, a distinção de quem tem veículo adaptado ou não. "A diferenciação é ilegal, ferindo, entre vários outros, o princípio da igualdade tributária, trata como fato gerador da tributação ou da isenção não a condição vulnerável do contribuinte deficiente, mas o tipo de adaptação implementada no veículo", afirma o relator, que ainda ressalta que as novas regras "acabam por criar discriminação indevida entre os motoristas portadores de deficiência, em prejuízo daqueles que possuem deficiência grave ou severa mas que não necessitam de veículo adaptado, em aparente violação ao princípio constitucional da isonomia." OUTRO LADO Em nota, a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo informou que o Estado ainda não foi intimado da decisão judicial e, assim que for, tomará as providências cabíveis e se manifestará nos autos. Já a Secretaria da Fazenda e Planejamento informou, também em nota, que o Governo de São Paulo promoveu alterações nas regras para concessão de IPVA-PCD para garantir o direto de quem realmente precisa. Nos últimos quatro anos, o número de veículos com isenção cresceu de 138 mil para 351 mil, um aumento de mais de 150%, enquanto o crescimento da população com deficiência no Estado foi de apenas 2,1% no mesmo período, segundo levantamento da Secretaria da Pessoa com Deficiência. A secretaria afirma ainda que o valor arrecadado com o imposto é fundamental para cobrir o impacto causado pela pandemia no Orçamento do governo do Estado e dos 645 municípios paulistas, e também para a manutenção do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica), que recebe 20% dos recursos.

  • Folhapress

    Capital paulista recebe 165,3 mil doses da vacina de Oxford

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cidade de São Paulo começou a receber nesta segunda-feira (25) as primeiras doses das vacinas contra a Covid-19 desenvolvidas pelo laboratório AstraZeneca e pela universidade de Oxford, no Reino Unido. O primeiro lote é composto por 165,3 mil doses do imunizante. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, gestão Bruno Covas (PSDB), as doses começaram a chegar por volta de 11h ao Cadi (Centro de Armazenamento e Distribuição de Biológicos) do município, depois de terem saído do centro de distribuição do governo paulista. A pasta afirma que as novas vacinas começarão a ser enviadas nesta terça-feira (26) aos cinco postos de armazenamento e distribuição de imunobiológicos da cidade. É a partir desses locais que os imunizantes serão distribuídos para os hospitais do município. As 165,3 mil doses da vacina de Oxford se somam a outras 203 mil unidades da Coronavac, produzida em parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac. Com isso a capital já recebeu 368,3 mil doses do imunizante contra o novo coronavírus. A primeira remessa 2 milhões de unidades da vacina de Oxford chegou ao Brasil na sexta-feira (22), vinda da Índia. O imunizante foi recebido por autoridades da saúde no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo, após série de adiamentos na liberação da carga, situação que provocou desgaste ao governo federal. A vacinação contra a Covid-19 na rede municipal começou na última terça-feira (19). A primeira pessoa vacinada foi a técnica de enfermagem Helen Cristina Pacheco, que trabalha no Hospital Municipal Dr. José Soares Hungria, em Pirituba, zona norte de São Paulo. A secretaria explica que a primeira fase da campanha de vacinação é destinada a profissionais da saúde que estão atuando na linha de frente do combate à Covid-19 em hospitais públicos e privados e em prontos-socorros, UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), AMAs (Assistências Médicas Ambulatoriais), UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). O grupo prioritário para imunização também inclui população indígena e idosos que residem em instituições de longa permanência. O governo do estado, gestão João Doria (PSDB), iniciou nesta segunda-feira a distribuição de 501 mil doses da vacina de Oxford para os Grupos de Vigilância Epidemiológica, que farão o envio do imunizante aos 645 municípios paulistas. Até as 17h10, mais de 145 mil pessoas já haviam sido vacinadas em São Paulo.

  • Folhapress

    Mais de 145 mil pessoas já foram vacinadas contra a Covid em SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Oito dias após o início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, mais de 145 mil pessoas já receberam a primeira dose do imunizante contra o novo coronavírus no estado de São Paulo até o fim da tarde desta segunda-feira (25). Os dados são do Vacinômetro, plataforma lançada pelo governo de São Paulo, gestão João Doria (PSDB), que mostra em tempo real o número de pessoas imunizadas no estado. A quantidade exata de cidadãos vacinados era de 146.339 até as 17h10. Na comparação com o número de pessoas que moram em São Paulo, a quantidade de vacinados equivale a pouco mais de 0,316% da população paulista. Isso quer dizer que, a cada 100 mil moradores, 316 receberam a primeira dose do imunizante. Neste primeiro momento da campanha, estão sendo priorizados os profissionais de saúde que atuam na linha de frente no combate ao novo coronavírus. Também estão sendo aplicadas doses em indígenas, quilombolas e pessoas com mais de 60 anos residentes em instituições de longa permanência. A vacinação em São Paulo começou no último dia 17 com a aplicação de doses da Coronavac, imunizante desenvolvido em parceria entre o Instituto Butantan e o laboratório chinês Sinovac. Nesta segunda, o governo paulista iniciou a distribuição de 501 mil doses da vacina produzida pelo laboratório AstraZeneca e pela universidade de Oxford, no Reino Unido, em parceria com a Fiocruz. A Secretaria de Estado da Saúde diz já ter enviado 690 mil doses das vacinas contra a Covid-19 na semana passada para todos os Grupos de Vigilância Epidemiológica de São Paulo, que irão atender aos 645 municípios paulistas.

  • Agência Brasil

    Número de homicídios em São Paulo cresceu em 2020

    Em 2020, o estado de São Paulo viu crescer o número de casos e de vítimas de homicídios dolosos (com intenção de matar). Segundo balanço divulgado na tarde de hoje (25) pela Secretaria de Segurança Pública (SSP), o estado registrou, em todo o ano passado, 2.893 homicídios, com 3.038 vítimas (o número de vítimas pode ser maior porque um único caso de homicídio pode resultar em mais de uma vítima). Em 2019, o estado computou 2.778 homicídios, com 2.906 vítimas. Do total de homicídios dolosos ocorridos no ano passado, quase metade ocorreu na capital e na Grande São Paulo. Só na capital foram 659 homicídios, com 709 vítimas; enquanto na Grande São Paulo foram 642 ocorrências, com 674 mortes. De janeiro a dezembro do ano passado, houve aumento também no crime de roubos a banco, com 29 ocorrências contra 21 em 2019. Por outro lado, o estado teve queda no registro de estupros, que passaram de 12.374 ocorrências em 2019 para 11.023 em 2020. Houve também queda de 6,8% no número de latrocínios (roubo seguido de morte), passando de 192 casos em 2019 para 179 casos no ano passado. O número de vítimas do latrocínio recuou mais, caindo 8%, de 199 para 183. Segundo a secretaria, em ambas as situações as quantidades foram as menores desde 2001, quando teve início a série histórica. Na comparação anual, houve também queda em furtos em geral, com recuo de 24,9%, passando de 522.167 para 392.311, e de roubos em geral, que passou de 255.397 para 218.839, 14,3% a menos do que em 2019. Dezembro Considerando-se apenas o mês de dezembro, o estado registrou queda em homicídios dolosos, que passaram de 294 ocorrências em 2019 para 279 no ano passado. Os latrocínios tiveram uma queda ainda maior, passando de 26 ocorrências em dezembro de 2019 para 10 no ano passado. Roubos em geral também tiveram queda, passando de 21.188 registros para 19.637 na mesma comparação. Os furtos em geral caíram de 38.904 em dezembro de 2019 para 34.948 no mês passado. Já os estupros cresceram, com o registro de 994 ocorrências em dezembro do ano passado ante 916 em 2019.

  • Canaltech

    Em São Paulo (SP), fase vermelha se estende por todas às noites até fevereiro

    Barretos, Bauru, Franca, Marília, Presidente Prudente, Sorocaba e Taubaté estarão na fase vermelha, com fechamento de comércios e serviços não essenciais. As demais, incluindo a Grande São Paulo, ficarão na etapa laranja, mas na vermelha à noite e no fim de semana

  • AFP

    Amazonas e São Paulo restringem atividades por avanço da covid-19 no Brasil

    O Amazonas aplica medidas restritivas de controle da covid-19 a partir dessa segunda-feira (25) e São Paulo começará a fazer o mesmo à noite, em meio à segunda onda da pandemia que não dá folga ao país, com mais de 217 mil mortes.