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São Paulo | Últimas notícias da capital e estado de SP

  • Folhapress

    Metrô de SP tem quase um caso de socorro por semana de usuário com problema cardíaco

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Entre janeiro e agosto deste ano, 36 passageiros do metrô sofreram algum tipo de problema relacionado a parada cardiorrespiratória e infarto agudo do miocárdio em estações ou trens do sistema de transporte da companhia. Na média, é uma ocorrência de socorro para usuários com problemas no coração a cada 6,5 dias, ou quase um caso por semana. Em 13 destas ocorrências, os funcionários com treinamento de atendimento em primeiros socorros, fizeram a RCP (reanimação cardiopulmonar) e o uso do DEA (desfibrilador externo automático), equipamento disponível em todas as estações, segundo a companhia. De acordo com o Metrô, da gestão João Doria (PSDB), 3 mil funcionários, entre agentes de estação e agentes de segurança, são treinados e passam por reciclagens programadas para atuarem em atendimentos de urgência. Em 2019, ocorreram 55 casos de infarto e de parada cardiorrespiratória nas estações e trens do metrô. Em 38 destes atendimentos, foram realizados reanimações e uso do desfibrilador. Os dados são do próprio Metrô e relativos ao período de janeiro a dezembro do ano passado. Os números levam em consideração apenas as linhas administradas pelo governo estadual. Não entram na conta a 4-amarela e a 5-lilás, concedidas à iniciativa privada. CASO INUSITADO No da quinta-feira (24), na estação Oratório, da Linha 15-Prata do monotrilho, o supervisor de segurança Everton Rios reanimou um papagaio utilizando um pouco de instinto misturado com o treinamento de primeiros socorros que recebeu. Quatro aves receberam uma descarga elétrica e caíram em uma área da estação. Três dos pássaros se recuperaram rapidamente e saíram voando por conta própria, mas o quarto animal permaneceu caído. O supervisor posicionou dois dedos no peito da ave ferida e iniciou uma série de compressões, segundo mostra um vídeo que circulou pelas redes sociais. Durante os três minutos de massagem, a ave abriu e fechou os olhos diversas vezes, além de emitir sons. O papagaio foi se recuperando lentamente até conseguir ensaiar alguns passos novamente. Passado o susto inicial, o funcionário seguiu o protocolo da empresa e acionou a Guarda Civil Metropolitana, que resgatou o pássaro. A GCM encaminhou a ave para o Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres, unidade da Prefeitura de São Paulo, gestão Bruno Covas (PSDB), responsável por reintegrar pássaros silvestres à natureza.

  • Yahoo Notícias

    MPF denuncia executivos acusados de cartel no metrô de Rio e São Paulo

    O suposto cartel tornou-se mais consolidado em 2004. Até então, contratos foram repartidos entre Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Odebrecht

  • Folhapress

    Prefeitura lança edital para concessão de parques da região da avenida Paulista

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de São Paulo lançou nesta terça-feira (29) o edital para concessão dos parques Mario Covas e Trianon, além da praça Alexandre de Gusmão, localizados na avenida Paulista, região central da capital paulista. Esse é o terceiro lote de parques municipais oferecidos à iniciativa privada. O valor mínimo fixado pela gestão Covas para a outorga é de R$ 250 mil. A empresa vencedora ainda terá de pagar anualmente à prefeitura outorga variável calculada mediante aplicação de alíquota de 2,5% ou 5% sobre o total da receita bruta da concessionária. O prazo é de 25 anos. O evento para recebimento das propostas será em 29 de outubro. Em razão da pandemia, o certame será semipresencial. Só será permitida a entrada dos interesados em entregar propostas na sala de licitação. Os demais interessados poderão acompanhar a sessão, que terá transmissão pela internet. O edital estabelece, entre outras obras, o reparo do muro danificado e a reforma do prédio da Central de Informação Turística do Parque Mario Covas. Já no Trianon, estão previstas a revitalização dos playgrouns, instalação de mobiliário, reforma da Casa do Administrador e intervenções para deixar caminhos internos e calçadas acessíveis. Todos os banheiros e bebedouros passarão por reparos. A concessionária ainda terá de produzir um laudo estrutural da garagem subterrânea da praça Alexandre de Gusmão. O investimento estimado é de cerca de R$ 1,5 milhão. Todas as intervenções terão de passar pela aprovação de órgãos competentes, pois os parques têm áreas tombadas pelo Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo) e pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico. Fica vetada qualquer cobrança para entrada nos parques e uso dos banheiros. A feirinha de artesanato do Trianon, que funciona aos domingos e feriados, também será mantida no mesmo espaço. A receita da empresa vencedora, segundo o edital, virá da promoção de feiras e eventos, locação de áreas (principalmente para restaurantes e cafés), publicidade, locação de guarda-volumes e espaço para food trucks. A prefeitura estima que a concessionária possa lucrar cerca de R$ 2,5 milhões ao ano. O período de transição da gestão dos parques será de 270 dias. Nos primeiros 90 dias, chamados de estágio 1, a operação ainda ficará a cargo da prefeitura, com acompanhamento da concessionária. No estágio 2 a empresa assume os equipamentos com acompanhamento da prefeitura por 180 dias. A exploração comercial dos espaços será possível a partir da fase 2. Em dezembro de 2019, a prefeitura assinou a concessão do primeiro lote de parques municipais à iniciativa privada. A empresa Construcap venceu a licitação e pagou outorga fixa de R$ 70,5 milhões, por 35 anos de gestão dos parques Ibirapuera, Jacintho Alberto, Eucaliptos, Tenente Brigadeiro Faria Lima, Lajeado e Jardim Felicidade. A gestão Covas também ofereceu a administração do parque Chácara do Jockey, em março de 2019, mas a concessão não atraiu interessados.

  • Folhapress

    Cadastro para subsídio de até R$ 30 mil para espaços culturais começa em SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A prefeitura paulistana dará início, nesta quarta-feira (30), ao processo de cadastramento de espaços culturais que queiram receber subsídios mensais pela Lei Aldir Blanc, de auxílio emergencial ao setor cultural, sancionada em junho. As inscrições vão até 11 de novembro e deverão ser feitas no site da Secretaria Municipal de Cultura. Os subsídios serão de R$ 9.000 a R$ 30 mil, pagos uma única vez. Além disso haverá editais de premiação entre R$ 5.000 e R$ 150 mil. Cabe aos municípios realizar os pagamentos dos subsídios a espaços culturais -que podem ser circos, escolas de capoeira, produtoras de audiovisual, teatros, bibliotecas comunitárias, entre outros. A cidade de São Paulo teve um valor de cerca de R$ 70 milhões aprovado pela Lei Aldir Blanc. Desse total, 30% dos recursos serão destinados para o atendimento aos territórios e espaços culturais e 70% para os editais de premiação. O auxílio de R$ 600 às pessoas físicas -os trabalhadores do setor cultural- cabe aos estados. Os recursos da Lei Aldir Blanc devem começar a chegar aos destinatários finais num momento em que a prefeitura já publicou os protocolos de reabertura de teatros, cinemas e outros equipamentos culturais. Em São Paulo, a gestão Bruno Covas, do PSDB, assinou na semana passada as regulamentações para o setor de cultura para a chamada "fase verde" do Plano São Paulo -que ainda não foi atingida. Os municípios podiam cadastrar seus planos de ação junto ao Ministério do Turismo desde o início de agosto. O governo Bolsonaro regulamentou a Lei Aldir Blanc dois meses após a sua aprovação pelo Senado. A Prefeitura de São Paulo criou, por decreto, um grupo de trabalho de acompanhamento e fiscalização da Lei Aldir Blanc antes disso, em julho. O plano de ação da capital paulista foi enviado e aprovado no início deste mês. Os recursos do governo federal chegaram ao município há cerca de duas semanas. Com isso, a capital paulista deverá destinar os recursos aos espaços culturais e editais até o dia 16 de novembro, já que a lei determina um prazo de 60 dias, contado da data de recebimento do recurso do governo federal, para a destinação do dinheiro. O empresário ex-secretário de Cultura paulistano Alê Youssef falou em "vergonhosa demora de encaminhamentos do governo federal" em postagem nas redes sociais ao anunciar a regulamentação do repasse dos recursos da Lei Aldir Blanc, publicada nesta terça (29) no Diário Oficial do Município. Youssef deixou a secretaria em março deste ano. "Quem realmente demorou com providências, o governo federal ou a turma do Alê Youssef que está encastelada na Secretaria Municipal de Cultura?", escreveu o subsecretário de Economia Criativa do governo federal Aldo Valentim, responsável pela análise do plano de ação da cidade de São Paulo. Valentim foi secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo quando comandada por Alê Youssef. Em julho do ano passado, ele pediu exoneração e saiu dizendo "espero que um dia São Paulo volte a ter um secretário de Cultura e não um produtor de eventos".

  • Folhapress

    Guarda é preso com arsenal em carro esportivo no interior de SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRSS) - Um guarda-civil municipal de 40 anos foi preso quando transportava 31 armas no porta-malas de um Chevrolet Camaro, na manhã desta terça-feira (29), em Americana (127 km de SP). O arsenal seria usado por quadrilhas envolvidas em roubos, segundo a Polícia Civil. O GCM era investigado pelo Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), suspeito de alugar e vender armas para o crime organizado. "As informações indicavam que um homem, conhecido por ter um Camaro branco, estaria fornecendo armas para operacionalizar quadrilhas envolvidas em roubos. Ele teria como base a cidade de Americana", diz trecho de nota. Com base nessas informações, investigadores da 5ª Delegacia do Patrimônio conseguiram interceptar o esportivo de luxo no cruzamento da rua Florindo Cibin com a avenida Carminé Feola. No porta-malas do veículo foram encontrados e apreendidos três fuzis, três garruchas, cinco espingardas, seis revólveres, além de 14 pistolas. Essa quantidade de armamento equivale a 70% das 44 armas de fogo apreendidas na cidade, entre janeiro e agosto deste ano, segundo dados da SSP (Secretaria da Segurança Pública), gestão João Doria (PSDB). A polícia acrescentou que o esportivo de luxo, ano 2014, pertence ao GCM e está avaliado em R$ 144.603, segundo tabela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). O guarda foi indiciado por porte ilegal de arma de uso restrito. As investigações continuam para apurar para quem ele fornecia o material e e por quais valores. OUTRO LADO A Prefeitura de Americana, gestão Omar Najar (MDB), afirmou não ter sido informada ainda sobre a prisão do GCM. Porém, o governo municipal garantiu que vai apurar a questão "para tomar internamente as medidas cabíveis, se necessárias." A Guarda Civil Municipal de Americana destacou não aceitar "práticas criminosas de seus patrulheiros."

  • Folhapress

    Ligado a Russomanno, coordenador do Procon é exonerado pela Prefeitura de SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ligado ao deputado federal Celso Russomanno (Republicanos-SP), Marco Antonio Ribeiro da Silva foi exonerado pela Prefeitura de São Paulo do cargo de coordenador-geral do Procon paulistano. A demissão foi publicada no Diário Oficial do município nesta terça-feira (29). Russomanno é adversário do prefeito Bruno Covas (PSDB) na eleição municipal. A exoneração ocorreu apenas dois dias após o início oficial da campanha, e menos de uma semana após a formalização de Russomanno como candidato. Ribeiro é próximo do deputado federal, cuja bandeira mais conhecida é a defesa do consumidor. Nas redes sociais, há diversas imagens de encontros de ambos. Russomanno chegou a ser cogitado como vice de Covas na eleição, mas não houve acordo. Desde que naufragaram as tentativas de composição, pessoas ligadas ao Republicanos deixaram a prefeitura. O secretário de Habitação, João Farias, puxou a fila em agosto, ao pedir voluntariamente exoneração. Integrantes da pasta fizeram o mesmo. Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que "mudanças de cargos de confiança são normais dentro de uma administração e prerrogativa dos gestores".

  • Valor Econômico

    Covas diz que aulas em SP só voltam com aval da Vigilância Sanitária

    "Pode ter pressão pra abrir, pra marcar uma data. Não tem problema. Não temos medo de cara feia", disse o prefeito da capital paulista O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou nesta terça-feira (29) que só vai autorizar a volta às aulas presenciais na cidade quando a Vigilância Sanitária julgar adequado, considerando o risco de novas contaminações pelo novo coronavírus. Covas, que disputa a reeleição, disse que não vai ceder à pressão para reabrir as escolas ou para marcar uma data para a retomada. "Da mesma forma que temos retomado atividades com parcimônia e tranquilidade, para não ter aumento de casos, estamos fazendo para poder ter uma retomada segura da área da educação aqui na cidade", afirmou o prefeito capital paulista, em palestra promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). "Somente quando a Vigilância Sanitária entender que é o momento apropriado e que nós estamos num momento de maior contenção da doença aqui é que nós vamos autorizar. Pode ter pressão pra abrir, pra marcar uma data. Não tem problema. Não temos medo de cara feia." Covas disse também que a prefeitura prepara a estrutura das escolas municipais para que, quando as aulas voltarem, sejam seguidas as recomendações de higiene de modo que não haja a proliferação do vírus. "Estamos organizando a volta às aulas na rede municipal para que não devamos nada para a rede privada", afirmou.

  • Folhapress

    Mulher passa mal após engolir 20 cápsulas de cocaína e é presa em hospital de SP

    Segundo a polícia, a mulher disse que começou a passar mal quando estava no saguão do aeroporto da Grande SP, onde expeliu 15 cápsulas

  • Folhapress

    Russomanno gruda imagem na de Bolsonaro e diz estudar auxílio emergencial extra para SP

    O candidato minimizou o fato de que o próprio presidente, a princípio, propôs um auxílio de R$ 200, que só foi ampliado para R$ 600 por iniciativa do Congresso.

  • Folhapress

    Em último dia da força-tarefa, Lava Jato de SP apresenta 5ª denúncia contra Paulo Preto

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em seu último dia nos moldes atuais, a força-tarefa da Lava Jato de São Paulo denunciou na manhã desta terça-feira (29) ex-diretores da Dersa (estatal paulista de rodovias) sob acusação de lavagem de dinheiro de propina. Os valores, segundo a acusação, foram pagos para favorecer empreiteiras em obras tocadas nas gestões dos ex-governadores tucanos José Serra e Geraldo Alckmin. São denunciados os ex-diretores de engenharia Mário Rodrigues Júnior e, pela quinta vez na Lava Jato paulista, Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto. A acusação do Ministério Público Federal aponta suspeita de ocultação de recursos ilícitos pagos pela Galvão Engenharia para fazer parte do cartel de construtoras que atuou em obras como o Rodoanel Sul e o Sistema Viário Metropolitano de São Paulo. Os valores foram enviados para contas na Suíça e são estimados em US$ 10,8 milhões -mais de R$ 60 milhões, no câmbio desta terça. Mário Rodrigues Júnior e Paulo Preto, diz a Procuradoria, receberam dinheiro no exterior por meio de empresas registradas em paraísos fiscais. O recebimento da propina teria acontecido entre 2005 e 2009 e os valores foram mantidos fora do Brasil até 2017. Além deles, são denunciados o ex-executivo da Galvão Engenharia José Rubens Goulart Pereira e seu irmão Cristiano Goulart Pereira. A acusação afirma que Cristiano atuava como representante dos ex-diretores da Dersa na movimentação das contas fora do Brasil. Segundo a acusação, Cristiano, Mário Rodrigues e Paulo Vieira tinham contas no banco Bordier & Cie, abertas em nome de empresas geridas pela mesma pessoa jurídica. Também foi denunciada a então mulher de Mário Rodrigues, Andrea Bucciarelli Pedrazzoli, sob acusação de receber parte dos valores transferidos a ele. A investigação usa como base delações premiadas de ex-executivos da Galvão Engenharia e da Odebrecht, e também analisou documentos bancários enviados pela Suíça que apontam as movimentações financeiras descritas pelos procuradores. Procurado, o advogado de Paulo Vieira de Souza, Alessandro Silvério, disse que se manifestará nos autos. A reportagem não conseguiu localizar os advogados dos demais acusados. A denúncia é assinada por quatro membros da força-tarefa da Lava Jato em São Paulo, que pediram desligamento e a partir desta quarta (30) já não atuam mais na operação, e também pela procuradora Viviane Martinez, que passa a ficar à frente das investigações.

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