Assunto

Inteligência emocional e Saúde Mental

Conheça os diversos fatores para o diagnóstico da depressão

Problema aumentou durante a pandemia da Covid-19, mas há uma série de situações que estão relacionadas com a doença, como histórico familiar, traumas, problemas profissionais ou de relacionamento e outras enfermidades crônicas.
  • 01:45
  • 01:45
  • 01:44
  • 03:42
  • 04:27
  • 05:24
  • 04:00
  • BBC News Brasil

    Suicídio: 8 temas que levam brasileiros a pedirem ajuda na pandemia — e por que estar triste é tão comum

    Coronavírus transformou rotina de atendimentos do CVV; "Nunca foi tão importante falar sobre suicídio", diz voluntário à BBC News Brasil.

  • Folhapress

    Pandemia eleva taxa de suicídio no Japão após década de declínio

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Pela primeira vez em mais de uma década, o número de suicídios voltou a subir no Japão, em uma tendência que pesquisadores apontam como consequência da pandemia de coronavírus. Os dados revelam ainda um recorte de gênero: os suicídios entre os homens caíram e, entre as mulheres, cresceram. De acordo com um levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (22), foram registradas 20.919 mortes nessa categoria no ano passado --750 casos a mais do que em 2019. É como se, a cada 25 minutos, uma pessoa cometesse suicídio no Japão, país que tem um longo histórico de problemas com essa prática, vista de maneira distorcida como uma forma de evitar vergonha ou desonra. No primeiro semestre de 2020, os números pareciam manter a queda constante observada nos últimos 15 anos, incluindo dez anos consecutivos de declínio desde 2009. A partir de julho, porém, a curva de suicídios começou a subir em meio ao estresse emocional e financeiro causado pela pandemia. Ao todo, 13.943 homens e 6.976 mulheres tiraram suas vidas no Japão no último ano. Entre os homens, o número representa queda de 1% em relação a 2019, enquanto a taxa entre as mulheres marca um crescimento de 14,5%. De acordo com ativistas e pesquisadores, uma das causas prováveis é o aumento do desemprego entre as mulheres, mais numerosas em empregos precários, especialmente em hotéis e restaurantes, dois setores muito afetados pela crise econômica gerada pela Covid-19. "A tendência dolorosa de aumento de suicídios de mulheres continua", disse um porta-voz do Ministério da Saúde do Japão durante entrevista coletiva. "Os suicídios são o resultado de muitas coisas diferentes, mas acho que podemos dizer com certeza que houve um impacto do coronavírus nos fatores econômicos e de estilo de vida." De acordo com os números divulgados nesta sexta, o pior mês foi outubro, quando foram registrados 2.153 suicídios --o maior total mensal em mais de cinco anos. Naquele mês, 851 mulheres tiraram a própria vida, marcando um crescimento de 82,6% em relação a outubro de 2019. Por muitos anos, buscar ajuda psicológica era uma prática estigmatizada no Japão, como se fosse algum sinal de fraqueza. Depois que os suicídios alcançaram um pico de 34.427 casos em 2003, porém, legisladores japoneses elaboraram um abrangente programa de prevenção, que foi lançado quatro anos depois. Por meio de uma combinação de esforços governamentais e corporativos, que incluíram a identificação de grupos de risco, a ampliação do acesso a cuidados de saúde mental e a limitação na quantidade de horas extras --o excesso de trabalho é considerado um agravante--, os suicídios diminuíram para pouco mais de 20 mil em 2019, o nível mais baixo desde 1978. Para a professora Michiko Ueda, da Universidade Waseda, em Tóquio, os dados do levantamento caracterizam um ponto de inflexão. "Certamente o coronavírus é um fator importante [para o aumento de suicídios], e os números devem aumentar novamente neste ano", disse a especialista à agência de notícias AFP. Outra preocupação das autoridades é o aumento nas taxas de suicídio entre os jovens japoneses. Segundo o levantamento, mais de 300 crianças e adolescentes de até 18 anos cometeram o suicídio entre abril e novembro do ano passado, número que representa um aumento de 30% em relação ao mesmo período de 2019. De acordo com uma porta-voz do Centro de Prevenção de Suicídios de Tóquio, os jovens se tornaram um público particularmente vulnerável por estarem mais ansiosos com o futuro e sofrerem mais com as diminuição das relações sociais. Sinais de alertas Falar sobre querer morrer, sobre não ter propósito, sobre ser um peso para os outros ou estar se sentindo preso ou sob dor insuportável Procurar formas de se matar Usar mais álcool ou drogas Agir de modo ansioso, agitado ou irresponsável Dormir muito ou pouco Se sentir isolado Demonstrar raiva ou falar sobre vingança Ter alterações de humor extremas O que fazer Não deixe a pessoa sozinha Tire de perto armas de fogo, álcool, drogas ou objetos cortantes Leve a pessoa para uma assistência especializada Ligue para canais de ajuda 188 é o telefone do Centro de Valorização da Vida (CVV). Também é possível receber apoio emocional via internet (www.cvv.org.br), email, chat e Skype 24 horas por dia

  • Papelpop

    “Espiral”: Novo filme de “Jogos Mortais” deve ser mais psicológico e menos sangrento que os demais

    Já tem um tempo que os fãs de “Jogos Mortais” estão aguardando um filme novo da franquia e parece a espera está finalmente chegando ao fim. Com o lançamento planejado para 20 de maio, o longa intitulado “Espiral” promete entregar tanto terror quanto os demais, mas deve ser bem menos violento. A informação foi compartilhada […]

  • BBC News Brasil

    A devastação na saúde mental de profissionais de saúde na pandemia de coronavírus: 'Um viu 8 morrerem no mesmo dia’

    Diretora de organização de apoio psicológico a profissionais de saúde no Reino Unido diz que muitos estão à beira do colapso, diante da devastação e da exaustão vivenciadas na pandemia; 'eles não querem ser aplaudidos, eles querem que as pessoas fiquem em casa'.

  • Folhapress

    BBB 21: Professor, João Luiz adora festa e quer levar inteligência emocional ao reality

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O professor de geografia João Luiz Pedrosa, 24, foi confirmado para a nova temporada do Big Brother Brasil, na tarde desta terça-feira (19). Ele vai compor o grupo da Pipoca, disputando a preferência do público com os famosos do Camarote. Sua ideia é levar inteligência emocional para dentro do confinamento. Mineiro de Santos Dumont, ele mora há um ano na cidade de Extrema com o namorado, uma calopsita e duas chinchilas, e afirma ser apaixonado pela profissão de professor. Um de seus hobbies são as habilidades manuais, tanto que, durante o mestrado, abriu uma loja virtual para vender cadernos e quadros pintados por ele e uma amiga. João Luiz afirma ser festeiro, mas coleciona outras características que podem movimentar o reality. "Sou calmo, explosivo, animado, impaciente. Um pouco de tudo. Danço quando tem que dançar, choro quando tem que chorar...", afirmou, segundo comunicado divulgado pela emissora. A nova edição do BBB vai ao ar na próxima segunda-feira (25) com a promessa de ser "O Big dos Bigs", reproduzindo a fórmula de sucesso da última edição, onde famosos foram convidados para fazer parte do Camarote, e disputar o título com anônimos, que compunham o grupo intitulado Pipoca. A campeã do BBB 20 foi a médica Thelma Assis, 36, integrante do grupo dos anônimos. Para essa nova edição, o BBB promete novidades tanto na casa quanto no jogo. Os participantes terão um painel de caricaturas para poderem montar suas estratégias ao longo do programa e o líder receberá o poder do "Não". O BBB 21 irá durar 100 dias e deve contar com 14 participantes.

  • O Globo

    Trump, divórcio e depressão: como um nadador campeão olímpico foi parar na prisão por invadir o Capitólio

    A história de Klete Keller, cinco vezes medalhista olímpico, companheiro de Michael Phelps, carrasco de Ian Thorpe, que foi visto nas cenas violentas em Washington

  • Yahoo Vida e Estilo

    O que é Meditação Transcendental, a técnica queridinha de Hollywood?

    Gisele Bündchen, Jennifer Aniston e Katy Perry são adeptas desta técnica

  • Folhapress

    Primeiros vacinados fora de SP relatam emoção e ansiedade

    CAMPINAS, SP, BELO HORIZONTE, MG, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Segundo o governo de São Paulo, 1.030 pessoas já foram vacinadas no estado contra a Covid-19 até o início da noite de segunda-feira (18). A maioria das doses foi aplicada no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, mas a vacinação também começou no Hospital das Clínicas de Botucatu e da Unicamp, em Campinas. A primeira vacinada no interior de São Paulo foi a técnica em enfermagem Liane Santana Mascarenhas, 48, que nasceu na Bahia e vive em Campinas há mais de 20 anos. Ela trabalha no HC da Unicamp e no hospital da PUC-Campinas e disse que foi avisada que seria a primeira a receber a dose pela manhã, poucas horas antes da cerimônia. "Sou da ala de moléstias infecciosas que virou ala de Covid. Cada dia é uma luta", disse ela, que vive com o marido e há um ano se isolou do resto da família. "Fiquei muito emocionada por receber a vacina, agora estou em paz." Em Campinas, que está na fase amarela do Plano São Paulo, cerca de 15 mil profissionais de saúde na linha de frente do combate à Covid-19 serão os primeiros a tomar a vacina. Esse número não inclui os servidores da saúde da Unicamp, que receberão as doses diretamente do governo do estado. Na universidade, serão imunizados 2.000 funcionários da linha de frente da saúde. Nesta segunda, a Coronavac começou a chegar em alguns estados. Em Goiás, a primeira dose da vacina contra a Covid-19 foi aplicada pelo próprio governador Ronaldo Caiado (DEM), que é médico, na tarde de segunda-feira. Quem a recebeu foi Maria Conceição da Silva, 73, que foi gari e doméstica e mora em um abrigo de idosos na cidade de Anápolis, de acordo com informações divulgadas nas redes sociais do governador. "Esperei muito tempo por essa vacina. Eu estava ansiosa. Isso vai dar força para todas e todos. Quando todo mundo estiver imunizado, aí será alegria para mim. Não basta só eu, tem que ser todos", disse ela, segundo o site G1. "Espero que ela mesma possa atestar que ainda estou com a mão leve, sabendo aplicar bem uma vacina. Às vezes, outros médicos criticam a ortopedia, mas somos habilidosos", afirmou Caiado em entrevista coletiva à imprensa, em referência à sua especialidade. "Tivemos a oportunidade de fazer com que esse, que era um sonho nosso, se transforme numa realidade". A cidade goiana foi escolhida por ter sido local onde desembarcaram os brasileiros que foram trazidos de Wuhan, China, considerada epicentro da pandemia, no início de 2020. No Rio de Janeiro, antes de receberem as primeiras doses da vacina, as duas escolhidas tiveram que atravessar um corredor de aglomeração. No Cristo Redentor, jornalistas, funcionários públicos e outros espectadores se espremeram para observar a idosa Terezinha da Conceição, 80, e a técnica de enfermagem Dulcinéia da Silva Lopes, 59, levarem a picada com a Coronavac. Com o atraso na entrega das vacinas pelo governo federal, o governo do Rio decidiu buscar por conta própria algumas doses do imunizante em São Paulo para manter um evento simbólico que havia previsto no Corcovado na tarde desta segunda (18). Dulcinéia foi a primeira a ser vacinada. Ela é técnica de enfermagem e atua há oito meses na linha de frente do combate ao novo coronavírus no Hospital Municipal Ronaldo Gazolla, em Acari, na zona norte carioca. Já Terezinha vive em situação de vulnerabilidade e foi acolhida pela Prefeitura do Rio em 2015 após sua casa ser demolida pela Defesa Civil. Ela é beneficiária do BPC (Benefício de Prestação Comunitária) e integra projeto Agente Experiente, que resgata a autonomia e autoestima de idosos. No Ceará, onde as vacinas chegaram no final da tarde desta segunda, a vacinação começou a ser aplicada em cinco trabalhadores do Hospital Leonardo da Vinci, unidade de referência para pacientes com Covid-19 em Fortaleza. Além deles, o líder indígena Dourado Tapeba, da cidade de Caucaia, também foi vacinado. A técnica de enfermagem Maria Silvana Souza Reis, 51, foi a primeira vacinada em ato acompanhado pelo governador Camilo Santana (PT). A segunda dose foi para Maria de Jesus de Oliveira Lima, 56, que trabalha com serviços gerais no hospital. No Espírito Santo, a primeira pessoa a receber a vacina foi Iolanda Brito, mulher negra, enfermeira, de 55 anos de idade, que trabalha no Hospital Jayme Santos Neves, em Serra, região metropolitana de Vitória. "Fiquei muito feliz porque presenciei muitos dias difíceis, presenciei dias de luta. Fiquei feliz porque pude contribuir nos dias de luta e agora sou uma das primeiras, da área da saúde, a viver dias de glória", disse Iolanda, que ainda deu um conselho: "Não tenha medo, a vacina não dói. A vacina vai evitar de você morrer de coronavírus".

  • O Globo

    Look do dia: perfil de moda ajuda advogada a lutar contra a depressão

    Incentivo do filho levou Carla Grootenboer a fazer outra conta no Instagram, a @modaaporter, que entrou no ar em outubro

  • Yahoo Notícias

    Na ansiedade da decisão da Anvisa, campanha pede padre Julio Lancelotti como primeiro vacinado em SP

    A movimentação teve início no Instagram e a discussão foi levada também ao Twitter, onde mais pessoas endossaram a ideia