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Notícias recentes sobre Presidente Jair Bolsonaro

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Notícias do Bolsonaro

  • Agência Brasil

    Bolsonaro liga para Trump e agradece envio de mil respiradores

    O presidente Jair Bolsonaro publicou em sua conta no Twitter hoje (1º) à noite que conversou com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde desta segunda-feira e agradeceu o envio de mil respiradores à América do Sul, sendo que 50 serão cedidos ao Paraguai e os demais ficarão no Brasil.> \- Conversei, na tarde de hoje, com o Presidente @realDonaldTrump , a quem agradeci o envio de 1.000 respiradores, sendo que 50 serão cedidos ao Paraguai. > > \- Também conversamos sobre o G-7 expandido, o qual o Brasil deverá integrar, bem como questões do aço brasileiro.> > — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) June 2, 2020A informação do envio dos respiradores foi divulgada no domingo (31) pelo Itamaraty.Bolsonaro disse que os dois presidentes também trataram sobre o "G7 [grupo que  reúne os países mais industrializados do mundo, composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido] expandido, o qual o Brasil deverá integrar, bem como questões do aço brasileiro."Nesta segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores informou que o governo dos Estados Unidos entregou ao Brasil 2 milhões de doses de hidroxicloroquina, “como demonstração da solidariedade” entre os dois países na luta contra o coronavírus.

  • Reuters

    PGR apoia pedido de prorrogar por 30 dias inquérito que investiga se Bolsonaro tentou interferir na PF

    Na sexta-feira, a PF já havia feito essa solicitação ao ministro Celso de Mello, relator do inquérito, que pediu manifestação de Aras. O PGR concordou com esse pedido e caberá ao relator decidir se aceita.

  • Extra

    PGR quer mais um mês para conclusão do inquérito que investiga se Bolsonaro interveio na PF

    O procurador-geral da República, Augusto Aras, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF)...

  • BBC News Brasil

    O que dizem especialistas em Churchill sobre falsa citação feita por filhos de Bolsonaro

    Flávio e Eduardo Bolsonaro publicaram frase 'os fascistas do futuro chamarão a si mesmos de antifascistas' atribuindo citação erroneamente a premiê mais famoso do Reino Unido, Winston Churchill.

  • Reuters

    Maia critica participação de Bolsonaro em manifestação no domingo

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou nesta segunda-feira a presença do presidente Jair Bolsonaro em protestos ocorridos na véspera em que parte dos manifestantes pregavam o fechamento do Congresso e do Supremo Tribunal Federal (STF)."É inaceitável que se faça uma mobilização e que tenha o respaldo do governo neste momento", criticou Maia, em entrevista ao UOL.

  • Folhapress

    Atos pró-Bolsonaro e pró-democracia têm que ser em hora e local diferentes, diz Doria

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após atos a favor de Jair Bolsonaro (sem partido) e a favor da democracia (e críticos ao governo federal) acontecerem no último domingo (31) na avenida Paulista, o governador do estado São Paulo João Doria (PSDB) disse que não permitirá mais duas manifestações no mesmo local e na mesma hora. "Estamos em acordo com a Prefeitura [da cidade de São Paulo] para que, a partir de agora, não tenhamos mais duas manifestações no mesmo local, no mesmo horário, no mesmo dia", afirmou Doria nesta segunda-feira (1º). Bolsonaro pediu que seus seguidores não saiam no mesmo dia de seus críticos. No domingo, os dois atos aconteceram ao mesmo tempo: um em favor do presidente e que teve integrantes carregando bandeiras neonazistas (além de críticas ao governador e pedidos de intervenção militar), e outro que foi organizado por torcidas de futebol paulistas, com bandeiras antifascistas -outras capitais também tiveram movimentos análogos iniciados por grupos de torcedores. Houve confronto com a Polícia Militar, que usou bombas de gás lacrimogênio e efeito moral na região do Masp, onde estava o grupo crítico do governo. Segundo relatos, um dos motivos do estopim foi a presença de uma mulher, apoiadora de Bolsonaro, comum taco de beisebol. Ela foi escoltada por um policial enquanto passava por torcedores e não teve o objeto apreendido. "Este taco deveria ter sido retirado", disse o secretário de Segurança Pública de São Paulo, o general Campos, que elogiou a conduta do agente por ter retirado a mulher da discussão apenas com o diálogo. Danilo Pássaro, 27, integrante da Gaviões da Fiel que organizou a manifestação pró-democracia, disse à reportagem que a confusão começou quando os torcedores já se preparavam para deixar o local. "A polícia passou escoltando um grupo com camisetas de organizações neonazistas e outro com fardas de militares, dando simbolismo de intervenção militar. Passaram bem no meio da nossa manifestação quando estávamos indo embora. Isso iniciou o tumulto, e a polícia começou a atirar bombas e balas de borracha", afirmou. Doria afirmou que o governo vai redobrar as ações de revista antes das manifestações. Campos defendeu que o uso de bombas de gás lacrimogênio e técnicas de controle de multidões atendeu aos parâmetros de uso progressivo da força e afirmou que os batalhões agiram corretamente. "A Polícia de São Paulo foi no mundo buscar as melhores formas de combater não só a área criminosa, mas também as manifestações", disse o coronel Camilo, secretário-executivo da Polícia Militar. Na ação, um fotógrafo da agência Efe se feriu na perna. Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, cinco pessoas foram detidas e conduzidas ao 78º Distrito Policial. Um homem de 43 anos, agredido no confronto, precisou ser levado à Santa Casa. "Durante os trabalhos, houve briga generalizada, e a PM atuou para impedir o conflito entre os grupos antagonistas", diz a nota da secretaria. A instituição também afirma que foram atirados objetos contra a tropa. Na manifestação em favor de Jair Bolsonaro, chamou a atenção uma bandeira nas cores vermelha e preta que é usada pelo Pravyi Sektor (Setor Direito), organização paramilitar criada em 2013 que virou partido político na Ucrânia. Sobre a presença de símbolos neonazistas, Doria disse que eles não são uma ofensa explícita. "O fato de ter uma marca identificando um grupo neonazista já é um ponto de gravidade. Não houve ali, naquele momento, nenhuma ofensa à comunidade judaica ou manifestação que pudesse explicitar, apenas a identificação, o que pessoalmente lamento muito", afirmou. O dono do item é Alex Silva, que mora na Ucrânia mas está no Brasil desde março. Ele, que tem uma coleção de armas e treina grupos paramilitares, afirma que a bandeira não é neonazista. "Nossa ideia agora é ser um 'gatilho de pólvora'. É riscar o primeiro fósforo, já que os partidos de oposição e movimentos populares não se manifestam. Entendemos que tem pandemia, mas chega uma hora em que temos que mostrar que o povo quer democracia. Nós somos 70%. Não é possível que 30% vão impor vontade de ditadura militar. A Gaviões foi fundada na ditadura, sabemos o que é isso", disse Chico Malfitani, um dos fundadores da Gaviões de Fiel e presente na manifestação, ao Uol Esporte. O grupo responsável pelo protesto reúne diversas lideranças e membros de movimentos organizados do futebol de diversos clubes. Estima-se que havia entre 2.000 e 4.000 pessoas no local. O ato reuniu membros da Gaviões da Fiel, Mancha Alviverde, Independente, Torcida Jovem do Santos, Palmeiras Antifascista, Democracia Corintiana, Porcomunas, além de outros. Doria ainda afirmou que confrontos enfraquecem a democracia e justificam o discurso autoritário de quem defende a volta da ditadura militar no Brasil. "Já vivemos a pior crise de saúde do século, a mais grave crise social, a mais grave crise econômica e agora, a maior agressão à democracia desde a ditadura em 1964", completou. O governador criticou o presidente Bolsonaro, que, no último final de semana, foi a uma manifestação de seus apoiadores, em Brasília, andando a cavalo e sem usar máscaras. "Qual o sentido de um presidente da República desfilar a cavalo em meio a 30 mil mortos por coronavírus? Qual a razão? O que ampara um ato desta natureza em meio a uma pandemia, com mais de 500 mil brasileiros adoentados, milhares que já perderam suas vidas. O presidente passeia a cavalo enquanto a pandemia galopa, Bolsonaro passeia a cavalo e a crise segue sem rédeas", afirmou. Ele pediu que Bolsonaro pare de utilizar as redes sociais, por exemplo, para hostilizar quem não o apoia e disse que o presidente governa apenas para seus apoiadores.

  • Extra

    Ramos critica comparação do Brasil com Alemanha de Hitler e pede 'respeito' a Bolsonaro

    O ministro da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, afirmou nesta segunda-feira que comparar o...

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