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  • Extra

    Auxílio emergencial: Bolsonaro diz que 'benefício não é aposentadoria'

    Ele também alegou que a capacidade de endividamento do país está "no limite", apesar de lamentar que haja "muita gente passando necessidade"

  • Reuters

    Lamento muita gente passando necessidade, mas endividamento está no limite, diz Bolsonaro sobre auxílio

    BRASÍLIA (Reuters) - Em meio a pressões até de aliados, o presidente Jair Bolsonaro voltou nesta segunda-feira a indicar que não haverá prorrogação do auxílio emergencial após afirmar a apoiadores que lamentava haver muita gente passando necessidade, mas que o endividamento do país está no limite.Questionado por um apoiador sobre se é a favor de um novo auxílio emergencial, Bolsonaro disse que não iria conversar sobre o assunto com ele, mas somente com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

  • Folhapress

    Doria chama Bolsonaro de oportunista por surfar a Coronavac

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após meses trabalhando contra o que chamava de "vacina chinesa do João Doria", o presidente Jair Bolsonaro passou a tentar surfar a existência do imunizante Coronavac, para irritação do governador tucano de São Paulo. "Além de negacionista e terraplanista, [Bolsonaro] agora se tornou também um oportunista", disse o governador à reportagem. O anúncio de que o envio de 5.400 litros do princípio ativo da Coronavac da China para o Instituto Butantan, feito por Bolsonaro nesta segunda (25), contrariou o governo paulista. Afinal de contas, a notícia havia sido dada na quarta passada (20) pelo diretor do Butantan, Dimas Covas. A fala de Bolsonaro foi vista como hipócrita por integrantes da cúpula do governo paulista. Em nota posterior, Doria afirmou que "não é verdade" a versão federal. "Todo o processo de negociação com o governo chinês foi realizado pelo Butantan e pelo governo de São Paulo, que vem negociando com os chineses a importação de vacinas e insumos desde maio do ano passado." O texto lembrou que quatro carregamentos de vacinas e insumos chegaram a São Paulo enquanto Bolsonaro dizia que não iria adquirir a Coronavac, o que acabou fazendo no começo do ano. "O Instituto Butantan informa que houve autorização do governo chinês para o envio dos insumos. Eles não estão no aeroporto conforme equivocadamente publicado pelo presidente da República, mas sim nas instalações da Sinovac, em Pequim", disse Doria. Membros do governo estadual identificaram uma ação de governo coordenada, com o vídeo divulgado pelo ministro Eduardo Pazuello (Saúde) basicamente clamando para o governo federal o mérito da liberação dos insumos. A ação veio depois que Doria divulgou, em entrevista coletiva, que iria ter notícias sobre o envio da matéria-prima da vacina do Butantan após uma reunião com o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, nesta terça (26). Bolsonaro, derrotado sucessivamente pelo tucano na chamada guerra da vacina, foi mais rápido desta vez e buscou faturar em cima de algo previsível. A China pode ter dificultado as coisas burocraticamente, mas segundo diplomatas não iria impedir o envio dos insumos. A mudança de orientação de Bolsonaro, depois de meses de negação da gravidade da pandemia, é notada no mundo político como um sinal de desespero. A popularidade do presidente no momento de agravamento da crise e início da vacinação no país com a patronagem de Doria e sua Coronavac caiu, segundo o Datafolha. Sua popularidade se inverteu: a aprovação a Bolsonaro caiu de 37% para 31% de dezembro pra cá, enquanto a rejeição subiu de 32% para 40% no período. Isso ocorre enquanto aumentam as discussões acerca de um eventual impeachment do presidente deivdo à sua incúria na condução da crise sanitária. A falta de oxigênio em Manaus e as trapalhadas em torno da vacinação são os motivos citados por opositores. Doria, por sua vez, melhorou sua posição por apostar forte na Coronava. Segundo o Datafolha, sua atuação na pandemia é melhor do que a de Bolsonaro par 46% dos brasileiros, enquanto 28% veem o presidente como mais empenhado. Isso levou ao movimento atual do Planalto de reação a Doria, restando saber se haverá ressonância à versão divulgada.

  • Folhapress

    Bolsonaro diz que China liberou insumos para produção da Coronavac no Brasil

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta segunda-feira (25) que o governo foi informado por autoridades chinesas de que insumos para a fabricação da Coronavac devem chegar ao Brasil nos "próximos dias". "A Embaixada da China nos informou, pela manhã, que a exportação dos 5,4 mil litros de insumos para a vacina Coronavac foi aprovada e já estão em área aeroportuária para pronto envio ao Brasil, chegando nos próximos dias", escreveu o presidente no Facebook. "Assim também os insumos da vacina AstraZeneca que estão com liberação sendo acelerada. Agradeço a sensibilidade do Governo chinês, bem como o empenho dos ministros Ernesto Araújo [Relações Exteriores], Eduardo Pazuello [Saúde] e Tereza Cristina [Agricultura]". Em um vídeo publicado no perfil do ministro Onyx Lorenzoni (Cidadania), Pazuello diz que os insumos para a Coronavac devem chegar ao Brasil até o final da semana. "A previsão de chegada dos insumos no Brasil é até o final desta semana, garantindo com isso a continuidade da fabricação e distribuição da vacina", afirma o titular da Saúde, que está em Manaus para mostrar reação do governo diante da crise de falta de oxigênio para tratamento da Covid-19 nos hospitais da cidade. A Coronavac é desenvolvida por uma farmacêutica chinesa e no Brasil é produzida pelo Instituto Butantan, vinculado ao governo de São Paulo. O imunizante está no centro da chamada "guerra da vacina" entre o governador do estado, João Doria (PSDB), e Bolsonaro. Ao longo do ano passado, o presidente atacou a Coronavac em mais de uma ocasião, disse que ela não transmitia confiança e garantiu que o governo não a compraria. Mas a pressão de governadores e as críticas de falta de planejamento da campanha brasileira de imunização levaram o Ministério da Saúde a anunciar a compra de 100 milhões de doses da vacina. Bolsonaro vinha apostando na vacina desenvolvida pela universidade de Oxford em parceria com a empresa AstraZeneca, que no Brasil será produzida pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). Após uma tentativa do governo de importar 2 milhões de doses da Oxford/AstraZeneca ter atrasado, a imunização no país começou no domingo (17) em São Paulo, numa ação capitalizada por Doria e sentida como derrota política pelo Palácio do Planalto. Tanto a Coronavac quanto a Oxford/AstraZeneca estão com seus cronogramas ameaçados por dificuldades de acessar matérias primas fabricadas na China. Nos últimos dias, Doria e ministros do governo fizeram apelos a autoridades chinesas para que os IFAs (Ingrediente Farmacêutico Ativo) que estavam retidos no país asiático fossem liberados. O histórico de ofensas à China de aliados do presidente brasileiro —entre eles seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub— foram apontados como obstáculos para a luz verde de Pequim. Além disso, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, tem péssima interlocução com a missão diplomática chinesa em Brasília, outro empecilho para as negociações. Diante do risco de atraso no cronograma de produção do Butantan, o governo mobilizou ministros que têm boas relações com a China para tentar agilizar os trâmites exigidos por Pequim. O argumento das autoridades brasileiras é que os problemas para a liberação dos insumos eram técnicos e que não havia qualquer componente político na demora registrada. Em paralelo, Doria também iniciou gestões com a embaixada chinesa, tendo pedido ao ex-presidente Michel Temer que conversasse com a missão diplomática em Brasília. O embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, comentou o anúncio feito por Bolsonaro nas redes sociais. "A China está junto com o Brasil na luta contra a pandemia e continuará a ajudar o Brasil neste combate dentro do seu alcance. A união e a solidariedade são os caminhos corretos para vencer a pandemia", escreveu o diplomata.

  • Agência Brasil

    Bolsonaro diz que insumos da CoronaVac chegarão nos próximos dias

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou, na tarde desta segunda-feira (25), que os insumos necessários para a fabricação da vacina CoronaVac estão próximos da liberação pela China e devem chegar ao Brasil "nos próximos dias". A informação, segundo o presidente, foi repassada pela Embaixada do país asiático. Além dos insumos da CoronaVac, o presidente disse que os ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) da outra vacina em uso no Brasil, a produzida pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford, também estão com trâmite acelerado para que possam ser enviados da China. - Embaixada da China nos informou, pela manhã, que a exportação dos 5400L de insumos para a vacina Coronavac, aprovada e já estão em vias de envio ao 🇧🇷, chegando nos próximos dias. - Assim também os insumos da vacina Astra-Zeneca que estão com liberação sendo acelerada. (Segue) — Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) January 25, 2021 Com a chegada da matéria-prima das duas vacinas, tanto o Instituto Butantan quanto a Fundação Oswaldo Cruz poderão produzir, envasar e rotular milhões de doses da CoronaVac e do imunizante da AstraZeneca. Também pelas redes sociais, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, compartilhou a publicação de Bolsonaro e destacou que o seu país continuará a ajudar o Brasil no combate à pandemia. A China está junto com o Brasil na luta contra a pandemia e continuará a ajudar o Brasil neste combate dentro do seu alcance. A União e a solidariedade são os caminhos corretos para vencer a pandemia. https://t.co/LFa8msUcUo — Yang Wanming (@WanmingYang) January 25, 2021 Nos últimos dias, em um esforço diplomático, ministros do governo se reuniram com o embaixador para tentar acelerar a liberação dos insumos, que tinham previsão de entrega no início do mês, mas ficaram retidos no país asiático. Segundo o presidente brasileiro, na sua live semanal transmitida na semana passada, o atraso no envio é uma questão apenas burocrática da China e não teria vinculação com a relação bilateral entre os países. Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, a primeira remessa de insumos da China deve chegar ao Brasil até o final desta semana. "A previsão de chegada dos insumos no Brasil é até o final dessa semana, garantindo com isso a continuidade da fabricação e distribuição das vacinas", afirmou em um vídeo postado nas redes sociais pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria. Parabéns ao ministro Pazuello e a todos os envolvidos na liberação dos insumos! Tenho trabalhado ao lado do general Pazuello e sou testemunha da sua luta incansável para viabilizar a vacinação em massa. Agradeço também ao Embaixador da China, pelo apoio imediato e fundamental. pic.twitter.com/BSHVe1P3RA — Fábio Faria 🇧🇷🇧🇷🇧🇷 (@fabiofaria5555) January 25, 2021

  • Extra

    Bolsonaro diz que China liberou insumos para CoronaVac e agradece 'sensibilidade' do país

    O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta segunda-feira que insumos para a CoronaVac chegarão "nos...

  • Reuters

    China libera exportação de insumos da CoronaVac ao Brasil, diz Bolsonaro

    BRASÍLIA (Reuters) - A China liberou a exportação de 5.400 litros de insumos para a produção no Brasil da vacina CoronaVac, e a carga já está pronta para envio ao país, afirmou o presidente Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira, em publicação nas redes sociais, acrescentando que o material chegará nos próximos dias.