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Notícias recentes sobre Presidente Jair Bolsonaro

Notícias do Bolsonaro

  • Reuters

    Estratégia de desenvolvimento de Bolsonaro privilegia meio ambiente urbano sem detalhar metas contra desmatamento

    SÃO PAULO (Reuters) - A estratégia de desenvolvimento para o Brasil do governo do presidente Jair Bolsonaro, publicada nesta terça-feira, privilegia o meio ambiente urbano em seu eixo ambiental, com metas numéricas para o tratamento de esgoto e o fim dos lixões, por exemplo, ao mesmo tempo que não estabelece objetivos claros para a redução do desmatamento ilegal. O texto, publicado no Diário Oficial da União juntamente com o decreto que institui a "Estratégia Federal de Desenvolvimento para o Brasil no Período de 2020 a 2031", também trata, em seu eixo ambiental, das mudanças climáticas sem o estabelecimento de metas claras.

  • Valor Econômico

    Doria diz que Bolsonaro ‘segue desinformado’ e que SP não aumentou impostos

    Presidente provocou o governador ao conversar com apoiadores O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) afirmou hoje, pelo Twitter, que o Estado não aumentou impostos e que o presidente Jair Bolsonaro “segue sendo um desinformado”. “O presidente Bolsonaro segue sendo um desinformado. São Paulo não fez e não fará nenhum aumento de imposto”, escreveu Doria. “Fizemos sim a reforma administrativa que ele, Bolsonaro, não teve coragem de fazer no plano federal”, acrescentou. Initial plugin text Mais cedo, em conversa com apoiadores, Bolsonaro disse que o governo de São Paulo "deu péssimo exemplo [durante a pandemia] aumentando impostos" de produtos da cesta básica e cobrando imposto de deficientes que compram carro. “Se Bolsonaro ficasse mais preocupado em governar e menos em atacar adversários, poderia fazer algo de útil para o País”, prosseguiu o governador. “Governe para o Brasil, Bolsonaro, e não para seus interesses políticos e ideológicos”, concluiu. João Doria, governador do estado de São Paulo, rebate provocação de Bolsonaro Divulgação/ Governo do Estado de São Paulo

  • Valor Econômico

    Bolsonaro retira indicação de Roberto Ferreira Dias para cargo de diretor da Anvisa

    O presidente Jair Bolsonaro retirou a indicação de Roberto Ferreira Dias para exercer o cargo de diretor na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Mensagem publicada na edição de hoje do Diário Oficial da União pede ao Senado para tirar o pedido de tramitação. Dias atua como diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde e substituiria Alessandra Bastos Soares, cujo mandato na Anvisa termina em 19 de dezembro deste ano. A decisão foi tomada após a divulgação da informação de que Ferreira Dias assinou um contrato de R$ 133 milhões para compra de 10 milhões de kits de reagentes usados em testes da covid-19 que está sob suspeita de irregularidades. De acordo com o jornal “O Globo”, o próprio Ministério da Saúde sinalizou a suspeita ao Tribunal de Contas da União (TCU).

  • Extra

    Bolsonaro acusa Doria de aumentar impostos durante a pandemia

    BRASÍLIA — O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar o governador de São Paulo, João Doria...

  • Folhapress

    Em crítica a ajuste de Doria, Bolsonaro diz que SP dá péssimo exemplo ao aumentar impostos

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirmou nesta terça-feira (27) que o estado de São Paulo "dá um péssimo exemplo" ao aumentar impostos, em mais uma crítica direcionada a seu rival político, o governador João Doria (PSDB). "Tem estado que aumentou imposto. São Paulo aumentou barbaramente [imposto sobre] produto da cesta básica. Está cobrando imposto até do cara com deficiência que compra o carro. Uma barbaridade. Nós sim fizemos o que tinha que fazer, não aumentamos impostos, muito pelo contrário", declarou Bolsonaro, em conversa com um grupo de apoiadores antes de cerimônia de hasteamento da bandeira nacional, no Palácio da Alvorada. "Agora um estado ou outro, que é o mais importante da economia do Brasil, dá esse péssimo exemplo aumentando imposto". Bolsonaro fez referência ao projeto de reforma administrativa e ajuste fiscal encampado por Doria, que extingue órgãos públicos e retira isenções do ICMS. A proposta visa cobrir o rombo no estado de R$ 10,4 bilhões causado pela pandemia do coronavírus. Apesar da fala de Bolsonaro, o governo paulista afirma que não haverá mudanças em impostos de produtos que compõem a cesta básica. Na conversa com apoiadores, Bolsonaro voltou a defender medidas adotadas pelo governo federal no enfrentamento da Covid-19 e disse que "empresas foram destruídas com aquela história do fica em casa". "Lembra que eu falava, tem que tratar do vírus e da economia. Daí o pessoal dando pancada em mim, né? Nhé, nhé, nhé, nhé", afirmou o mandatário. "Se não é o trabalho da equipe econômica, do auxílio, socorro a pequenas e micro empresas, rolagem dívidas e estados". O Brasil soma 5,4 milhões de casos confirmados do coronavírus, com mais de 157 mil mortos. Em determinado momento, Bolsonaro chamou o ministro Paulo Guedes, da Economia, e pediu que ele falasse com os simpatizantes sobre a situação econômica do país. "[A economia] está voltando em V como a gente achava que ia voltar. Mês passado 250 mil novos empregos [criados] e 300 mil novas empresas", disse Guedes. Apesar da fala de Bolsonaro, seu governo tem discutido internamente como financiar obras e um novo programa social, mas enfrenta dificuldades e meio à crise econômica e limitações impostas pelo teto de gastos. Guedes tem dito que está em avaliação um sistema de substituição de impostos, pelo qual um novo tributo só seria criado caso outro fosse extinto, mantendo a carga tributária atual. Oponentes políticos, Bolsonaro e Doria protagonizaram nos últimos dias uma disputa sobre as pesquisas para o desenvolvimento de uma vacina contra o coronavírus. O presidente chegou a desautorizar um acordo do Ministério da Saúde com o estado de São Paulo para a compra de 46 milhões de doses da Coronavac -desenvolvida por uma farmacêutica chinesa em parceria com o instituto Butantan. Em resposta, Doria classificou de criminosa a atitude de Bolsonaro caso ele negue o acesso a qualquer vacina aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) contra a Covid-19.

  • Agência Brasil

    Bolsonaro coordena hoje 38ª Reunião do Conselho de Governo

    O presidente Jair Bolsonaro coordena hoje (27), no Palácio da Alvorada, em Brasília, a 38ª Reunião do Conselho de Governo. Periodicamente, o alto escalão se reúne para avaliar as ações desenvolvidas e discutir as prioridades da agenda do governo federal. O presidente da República, Jair Bolsonaro coordena a 38ª Reunião do Conselho de Governo - Alan Santos/PR O encontro começou às 8h15 e deve se estender por toda a manhã. Antes, Bolsonaro e os ministros presentes participaram da cerimônia de hasteamento da bandeira, na área externa do Alvorada. Desde o início do mandato, periodicamente, o presidente reúne o grupo para o momento cívico na entrada da residência oficial. A agenda de Bolsonaro segue no Palácio do Planalto, à tarde, quando ele se reunirá com ministros, parlamentares e líderes religiosos. À noite, na Base Aérea de Brasília, o presidente da República participa de um wokshop sobre o caça F-39 Gripen, aeronave produzida pela empresa sueca Saab e que terá a tecnologia transferida para o Brasil.

  • HuffPost Brasil

    Em meio a críticas de Bolsonaro, STF deve julgar em novembro ações sobre vacinação

    "Entendo que isso não é questão de Justiça, é questão de saúde. Não pode um juiz decidir se você vai ou não tomar vacina, isso não existe", diz Bolsonaro.

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