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  • Yahoo Notícias

    Renan Calheiros chama Bolsonaro de charlatão e apoia CPI da Covid

    O senador Renan Calheiros chamou o presidente Jair Bolsonaro de "charlatão", em apoio à instalação da CPI para apurar possíveis omissões do governo federal durante a pandemia de coronavírus.

  • Reuters

    Não abusem da paciência do povo, diz Bolsonaro em novas críticas a medidas de restrição

    ) (Reuters) - O presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar duramente neste sábado as medidas de restrição de circulação adotadas por governadores e prefeitos para frear a disseminação do coronavírus, repetiu que o Exército não vai para as ruas obrigar ninguém a ficar em casa e disse que não se deve abusar da paciência do povo. "Tudo tem um limite, eu, todo meu governo, nós estamos do lado do povo", disse Bolsonaro em visita em casa de venezuelanas em São Sebastião, no Distrito Federal, que foi transmitida em suas redes sociais.

  • Folhapress

    Na periferia do DF, Bolsonaro repete roteiro e critica STF, ataca Doria, fala em 'meu Exército' e ignora máscara

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) repetiu na manhã deste sábado (10) um roteiro de ataques e de desprezo pelas regras sanitárias. Bolsonaro realizou neste sábado um passeio de moto pela periferia do Distrito Federal e visitou uma casa onde estava um grupo de venezuelanas que migraram recentemente ao Brasil por conta a crise econômica e política da Venezuela, governada pela ditadura de Nicolás Maduro. Ele e seus auxiliares no local não usaram máscara de proteção facial na conversa com o grupo. Em fala transmitida em suas redes sociais, Bolsonaro atacou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), a quem chamou de 'patife', e reafirmou que não pretende adotar um lockdown nacional para conter a disseminação do coronavírus —​medida defendida por especialistas como necessária para frear a disseminação da Covid-19. O presidente disse ainda que o "nosso Exército" jamais cumpriria uma determinação do tipo e acusou o STF (Supremo Tribunal Federal) de ter conferido "superpoderes" a governadores e prefeitos. "Eu tenho o poder de, numa canetada, fazer um lockdown no Brasil todo, mas isso não será feito. O nosso Exército não vai para a rua para obrigar o povo a ficar em casa. Quem está fazendo isso tudo são governadores e alguns prefeitos. Eu acho que chegou no limite, essa política não está dando certo." "O nosso Exército nunca irá à rua para forçar você a ficar em casa, nunca. O nosso exército [não] fará qualquer coisa contra a liberdade individual de vocês. E vocês sabem que em todos os momentos que vocês precisaram das Forças Armadas do Brasil, elas estiveram do seu lado; e não ao lado de possíveis governantes com viés ditatorial", afirmou. Na fala, Bolsonaro aproveitou a presença das venezuelanas para criticar os governos Lula e Dilma, aliados do chavismo na América do Sul. "São pessoas, a grande maioria vindas da Venezuela, o regime que o PT queria impor no Brasil. Jovens, a maioria são mulheres, que fugiram da fome , da violência e da ditadura venezuelana", afirmou, em transmissão no Facebook. Bolsonaro criticou em diferentes ocasiões governadores e prefeitos que determinaram o fechamento de comércio e restrições de movimentação, numa tentativa de frear a disseminação do vírus. "Dá para admitir no Brasil essa política de lockdwon feche tudo? Toque de recolher?", disse Bolsonaro. "Tudo tem um limite. Eu e todo o meu governo estamos ao lado do povo. Todos os 23 ministérios estão ao lado do povo. Não abusem da paciência do povo brasileiro", complementou. ​ Ele citou diretamente Doria e afirmou que o resultado das ações de fechamento de comércio em São Paulo será um pico inflacionário que, segundo o presidente, o governador responsabilizará o governo federal. "Parece que esses caras querem —como esse patife de São Paulo quer— quebrar o estado, quebrar o Brasil para depois apontar um responsável. É coisa de patife, que é esse cara que está em São Paulo e que usou o meu nome para se eleger", disse Bolsonaro. A fala de Bolsonaro é uma referência ao slogan "BolsoDoria", que marcou o segundo turno das eleições de 2018 e ajudou o atual governador a vencer a eleição. Posteriormente Doria e Bolsonaro romperam. O presidente se queixou ainda da decisão do STF desta semana que autorizou estados e municípios a fecharem tempos religiosos para impedir aglomerações durante a pandemia. "Lamento superpoderes que o STF deu a governadores e prefeitos para fechar inclusive salas e igrejas de cultos religiosos. É o absurdo dos absurdos". Na conversa com o grupo de venezuelanas, Bolsonaro voltou a defender o que chama de "tratamento imediato" contra a Covid-19. A expressão, semelhante ao "tratamento precoce", é usada por defensores do uso de substâncias ineficazes para a doença, como a hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina. Bolsonaro é um defensor desses medicamentos, mas tem evitado se referir diretamente a eles diante das diversas críticas de que o tratamento precoce não só é ineficaz como está associado a efeitos colaterais. Dessa forma, o presidente tem mantido o apoio ao uso das substâncias argumentando que os médicos têm liberdade de receitar remédios, mesmos os que não têm eficácia comprovada.

  • Yahoo Notícias

    Bolsonaro é alvo de um pedido de impeachment por semana

    O presidente Jair Bolsonaro foi alvo de oito pedidos de impeachment na última semana. Somadas, as solicitações chegaram a 111, média de uma por semana no mandato.

  • O Globo

    Bolsonaro chama de 'absurdo dos absurdos' decisão do STF que permitiu fechamento de igrejas

    Sem fazer referência aos mortos pela Covid-19, presidente criticou medidas restritivas tomadas por estados e municípios

  • Folhapress

    CPI da Covid dá maior poder de fogo ao Senado sobre Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A decisão do ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), de mandar o Senado instalar uma CPI da Covid-19 deu ao chefe da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), um poder de fogo sobre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que antes estava mais restrito ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). Para auxiliares de Bolsonaro, além de um novo capítulo da crise entre os Poderes, a medida do Judiciário permite ao Senado chegar com mais poder de barganha à mesa de negociações para pressionar o governo pela concessão de cargos e verbas. Assessores no Palácio do Planalto lembram que não há nenhum ministro senador e que, hoje, deputados têm mais facilidade na liberação de emendas parlamentares, recursos públicos usados para irrigar bases eleitorais. O entorno de Bolsonaro considera que essa relação tende a ficar mais equilibrada a partir da instalação da comissão parlamentar de inquérito, prevista para esta terça-feira (13). Todos os ministros oriundos do Congresso são da Câmara -Tereza Cristina (DEM-MS), da Agricultura; Onyx Lorenzoni (DEM-RS), da Secretaria-Geral; Fábio Faria (PSD-RN), das Comunicações; e, mais recentemente, João Roma (Republicanos-BA), da Cidadania; e Flávia Arruda (PL-DF), da Secretaria de Governo. O principal motivo dessa maior atenção aos deputados, salienta um assessor do presidente, é porque é na Câmara que começa um eventual processo de impeachment contra o chefe do Executivo. Foi por esse raciocínio, por exemplo, que a Secretaria de Governo, responsável pela negociação de cargos e emendas, foi entregue a uma deputada -o nome do líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), chegou a ser considerado para o posto. Pacheco, que chegou ao comando do Senado com apoio explícito do Planalto, sempre se disse contrário à instalação de uma comissão neste momento, mas, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo na última sexta-feira (9), afirmou que não vai "trabalhar um milímetro para mitigar a CPI nem para que não seja instalada nem para que não funcione". "Eu considero que a decisão judicial deve ser cumprida", afirmou o presidente do Senado. A pressão para instalar uma CPI para investigar a atuação do governo no enfrentamento da pandemia representou um dos primeiros desafios de Pacheco no comando da Casa. Três dias após tomar posse, em 4 de fevereiro, senadores anunciaram que o requerimento do líder da oposição, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), havia recolhido as assinaturas necessárias. Em sua decisão na última quinta-feira (8), Barroso disse que estão presentes os requisitos necessários para a abertura da comissão parlamentar de inquérito, incluindo a assinatura favorável de mais de um terço dos senadores, e que o chefe do Senado não pode se omitir em relação a isso. Em uma derrota ao presidente do Senado, Barroso afirmou que não cabe a Pacheco fazer uma análise de conveniência em relação à abertura da CPI e que ele é obrigado a fazê-la quando estão cumpridas as exigências da Constituição sobre o tema. O gesto deixou Bolsonaro furioso, segundo relataram ainda na quinta-feira pessoas que trabalham no Palácio do Planalto. Na manhã de sexta, o presidente externou isso ao gravar para um canal bolsonarista no momento em que interagia com seus apoiadores. "Pelo que me parece, falta coragem moral para o Barroso e sobra ativismo judicial", disse Bolsonaro. E escreveu em rede social que "falta-lhe coragem moral e sobra-lhe imprópria militância política". O presidente seguiu nos ataques pessoais ao ministro do STF. "Barroso, nós conhecemos teu passado, a tua vida, o que você sempre defendeu, como chegou ao Supremo Tribunal Federal, inclusive defendendo o terrorista Cesare Battisti. Então, use a sua caneta para boas ações em defesa da vida e do povo brasileiro, e não para fazer politicalha dentro do Senado Federal." Horas mais tarde, o magistrado afirmou que seu entendimento era baseado na jurisprudência do Supremo e que havia consultado todos os colegas da corte antes de tomar a decisão. Ao menos dois ministros do STF discordaram da decisão de Barroso. Primeiro, por ter sido monocrática e, depois, por avaliarem que o momento não é o ideal para abrir uma CPI e provocar conflitos entre Poderes. Não é a primeira vez que o STF determina a instalação de CPIs a pedido da oposição. Em 2005, o Supremo mandou instaurar a dos bingos, em 2007, a do apagão aéreo, e, em 2014, a da Petrobras. Bolsonaro também pressionou Barroso a determinar que o Senado desengavetasse um dos processos de impeachment de ministro do Supremo que se acumulam na Casa. "Se tiver moral, um pingo de moral, ministro Barroso, mande abrir o processo de impeachment contra alguns dos seus companheiros do Supremo Tribunal Federal", afirmou Bolsonaro na sexta. A declaração, segundo auxiliares presidenciais, é jogo de cena. Eles dizem que o chefe do Executivo sabe que Pacheco não vai abrir um processo de impedimento de magistrado, embora bolsonaristas radicais insistam há quase dois anos para que o Senado entregue a cabeça de um ministro do STF como maneira de intimidar a corte. Sem efeito prático real, o ataque de Bolsonaro a Barroso teve dois objetivos: marcar posição de que considera a decisão do ministro uma interferência de um Poder em outro e jogar para seu público, o que, a tirar pela movimentação de grupos bolsonaristas em aplicativos de mensagem, surtiu resultado. Nos últimos dois anos, o então presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), trabalhou com apoio do governo para impedir a abertura da chamada CPI da Lava Toga, que investigaria juízes das cortes superiores. O governo sabe que será difícil conseguir reverter a decisão de Barroso pelo plenário do STF, então, começou a agir no Congresso. Nova articuladora política do governo, Flávia Arruda começou a fazer telefonemas ainda na noite de quinta, após a divulgação da decisão de Barroso. O Planalto quer ganhar tempo. Além de querer adiar o desgaste do governo, o Executivo está preocupado com os impactos que o aumento da tensão política podem ter nas negociações sobre o Orçamento 2021, que ainda não foi sancionado por Bolsonaro. Na operação de procrastinação, partidos aliados devem retardar as indicações dos membros do colegiado, postergando o início das investigações. Se a articulação de governistas funcionar, a CPI da Covid não deve ser efetivamente criada antes do julgamento do caso pelo plenário do Supremo. Em outra frente há uma tentativa de inviabilizar a comissão alegando questões sanitárias, pois a pandemia já matou três senadores, além de funcionários dos gabinetes. Emissários do Executivo também tentam convencer alguns dos 32 signatários do requerimento de criação da CPI a recuar -a decisão de Barroso só vale se a CPI tiver assinatura de 27 dos 81 senadores- e mobilizam líderes partidários para que solicitem a Pacheco a não realização da CPI por risco à saúde. Outro argumento empregado pelos apoiadores do governo é que a comissão mista das Fake News está parada. Além disso, apontam que a realização de sessões virtuais -uma alternativa para evitar aglomeração em plenário em encontros presenciais- inviabilizaria, por exemplo, a apreciação de documentos sigilosos. O governo também tem tentado convencer senadores pelo medo, alegando a possibilidade de ampliação do escopo da CPI para atingir prefeitos e governadores, o que comprometeria aliados importantes dos congressistas, inclusive os da oposição, pouco mais de um ano antes das eleições de 2022. Caso a CPI seja instalada nesta semana, a intenção é esvaziar as sessões não garantindo o quórum sob o argumento de que não há segurança para estarem presentes. Paralelo a isso, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) desengavetou uma proposta para que nenhum ministro do STF possa, isoladamente, suspender um ato normativo, como lei ou decreto. Isso só seria possível após apoio da maioria absoluta da corte, ou seja, seis votos.

  • LANCE!

    Kajuru crê que futebol não deva parar, culpa atletas por casos de Covid-19 e lembra fala de Bolsonaro

    Jornalista e senador, político conta ao LANCE! sua visão sobre a pandemia de coronavírus, critica João Dória e revela sua relação com presidente Jair Bolsonaro

  • BBC News Brasil

    CPI da Pandemia: qual pode ser o resultado de comissão que vai investigar ‘ações e omissões’ do governo Bolsonaro

    Após decisão do STF, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, disse que vai instalar inquérito parlamentar na próxima semana para apurar atuação do governo federal no combate à pandemia. O que isso significa?

  • O Globo

    Bolsonaro diz que MEC dará parecer favorável para volta às aulas em todo o Brasil

    Presidente se reuniu nesta sexta-feira com o ministro da Educação

  • Extra

    STJ rejeita recurso da PGR contra anulação da quebra de sigilo de Flávio Bolsonaro

    O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Jorge Mussi, rejeitou recurso apresentado...