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Vasco | Últimas notícias sobre campeonatos e jogos

  • LANCE!

    Um dos representantes do Brasil no NXGN 2021, Talles Magno, do Vasco, recebe o prêmio no CT do Almirante

    Atacante foi um dos escolhidos na premiação, que destaca as maiores revelações do futebol nascidas a partir de 2002. Ele recebeu das mãos do diretor Alexandre Pássaro

  • LANCE!

    Errata: Vanderlei não poderá estrear pelo Vasco contra o Flamengo

    Goleiro foi apresentado e regularizado nesta sexta, porém em virtude de um inciso do regulamento do Carioca, não terá condições de entrar em campo no Clássico dos Milhões

  • Folhapress

    Flamengo e Palmeiras alimentam rivalidade na Supercopa do Brasil

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Flamengo e Palmeiras não são rivais umbilicais. Não alimentam a relação de antagonismo que o clube rubro-negro tem com o Vasco, por exemplo, ou a que a equipe alviverde nutre em relação ao Corinthians. Mas são, hoje, os times mais poderosos do futebol brasileiro. O duelo vem ganhando importância nos últimos cinco anos e agora terá uma decisão propriamente dita. A formação carioca e a paulistana se enfrentarão neste domingo (11), às 11h, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, em jogo único que vale a Supercopa do Brasil. A partida será exibida pela TV Globo e pelo SporTV. No canal aberto, a narração será de Galvão Bueno, 70, que voltará a fazer a locução de um jogo após 14 meses. Ele foi liberado para trabalhar depois de tomar as duas doses da vacina contra a Covid-19. O torneio, que chega à quarta edição ainda tentando consolidar sua importância, reúne o vencedor do Campeonato Brasileiro e o campeão da Copa do Brasil. A taça, por si, não tem sido exatamente alvo de grande cobiça. Porém, pelos oponentes envolvidos, tornou-se maior em 2021. De 2016 para cá, o Palmeiras conquistou duas edições do Brasileiro, uma da Copa do Brasil e uma da Copa Libertadores. O retrospecto do Flamengo é semelhante no mesmo período -sem uma Copa do Brasil, mas com uma Recopa Sul-Americana. Na estendida temporada 2020, concluída em março de 2021 após paralisações ligadas à pandemia, a polarização ficou bem estabelecida. O clube alviverde triunfou na Copa do Brasil e na Copa Libertadores. O rubro-negro, além da citada Recopa, levou o Brasileiro. É nesse contexto que ganha importância a Supercopa. O título não entrará na galeria das grandes conquistas de nenhuma das equipes, extremamente vitoriosas, mas será uma demonstração de força do ganhador diante daquele que hoje é seu grande adversário nacional. "O Palmeiras conquistou dois títulos importantes na temporada passada. O Flamengo ganhou o Brasileiro. Agora, vamos para uma nova caminhada em 2021. O adversário é forte. Temos respeito", disse o técnico rubro-negro, Rogério Ceni. Ele e o treinador alviverde, Abel Ferreira, têm o desafio de disputar uma decisão em um momento de início de temporada. Os dois elencos ganharam descanso após o atrasado término do calendário 2020 e já se reapresentaram com responsabilidades grandes. No caso do Palmeiras, como campeões da Libertadores, os atletas estão envolvidos também na Recopa Sul-Americana. O time verde abriu a decisão em dois jogos contra o argentino Defensa y Justicia vencendo fora de casa e trabalha para levantar o troféu na próxima quarta (14). "Não queremos saber. Queremos jogar", disse o português Ferreira, um tanto irônico, irritado com o calendário apertado que encontrou ao cruzar o Atlântico. "Se acham que o melhor é ter uma Recopa com uma Supercopa no meio... A gente deixa para descansar quando for mais velho." O momento do embate o torna mais imprevisível. Além da falta de ritmo, há desfalques certos, como os centroavantes Luiz Adriano e Pedro, o alviverde afastado por Covid-19, o rubro-negro fora de combate por lesão na coxa esquerda. Também não farão parte do confronto os torcedores de Flamengo e Palmeiras -que alimentam rivalidade antiga, bem mais longa do que a atual disputa entre os times dentro de campo. Com a pandemia do coronavírus no auge em território brasileiro, as arquibancadas estarão vazias. O jogo chegou a ficar em risco por causa de uma determinação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que estabelecia lockdown no Distrito Federal. O STJ (Superior Tribunal de Justiça), porém, atendeu a um recurso do governo distrital e suspendeu essa determinação. FLAMENGO Diego Alves; Isla, Rodrigo Caio, Willian Arão e Filipe Luís; Diego, Gerson, Everton Ribeiro; Arrascaeta, Gabriel e Bruno Henrique. T.: Rogério Ceni PALMEIRAS Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Matias Viña; Felipe Melo, Zé Raphael e Raphael Veiga (Gustavo Scarpa); Willian, Rony e Breno Lopes. T.: Abel Ferreira Estádio: Mané Garrincha, em Brasília Horário: 11h Árbitro: Leandro Vuaden (RS)

  • LANCE!

    Contra a maré da experiência, Matías Galarza se consolida rapidamente entre os titulares do Vasco

    Paraguaio aproveitou as chances e correspondeu com sobras às expectativas de cada momento. Oferece a Marcelo Cabo disposição na marcação e chegada na área

  • O Globo

    Carioca: a três rodadas do fim da 1ª fase, do que Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco precisam para ir às semifinais

    Rubro-negro e tricolor são os únicos entre os quatro grandes na zona de classificação

  • LANCE!

    Regularizado, Vanderlei pode estrear pelo Vasco contra o Flamengo

    Goleiro foi apresentado no fim da manhã desta sexta-feira. O nome dele já consta no Boletim Informativo Diário, da CBF, e no Boletim Informativo de Registro de Atletas, da Ferj

  • LANCE!

    Em vídeo dos 'Bastidores' do Vasco, Marcelo Cabo projeta: 'Botem na cabeça de vocês: nós vamos longe'

    Treinador saiu satisfeito com a entrega dos jogadores na partida contra o Tombense, na última quarta-feira. Elenco se reapresentou nesta sexta e o próximo jogo é com o Flamengo

  • Folhapress

    Ídolo e nome de estádio do Real, Di Stéfano jogou amistosos pelo Barcelona

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Palco do clássico deste sábado (10) entre Real Madrid e Barcelona, pela 30ª rodada de LaLiga, o estádio Alfredo Di Stéfano receberá o primeiro duelo entre as equipes na sua história. O jogo, que começa às 16h (de Brasília, com transmissão da ESPN Brasil), pode valer a liderança para os catalães: com 65 pontos na segunda colocação, têm um a menos que o líder Atlético -o Real, terceiro colocado, tem 63 e pode dar passo importante na disputa pela ponta. Outro atrativo é a possibilidade de ser o último clássico de Messi, já que sua permanência na Catalunha é incerta ao fim da temporada. Apesar de bem menos grandioso que o Santiago Bernabéu, atualmente passando por reformas, o acanhado campo localizado no centro de treinamentos madridista tem o seu simbolismo por homenagear aquele que possivelmente foi o maior jogador do clube, um personagem central no acirramento da rivalidade de Real e Barça. No início da década de 1950, ambas as diretorias mostraram interesse pela contratação do atacante, que à época jogava na liga pirata da Colômbia (não filiada à Fifa), após deixar a Argentina em meio a uma greve de jogadores no país. O Barcelona acertou a negociação com o River Plate, dono do passe de Di Stéfano, que chegou a treinar com o time catalão em sua chegada à Espanha. Já o Real Madrid negociou diretamente com o Millonarios, o clube colombiano que o atleta então defendia. No livro "El caso Di Stéfano" (O caso Di Stéfano, em espanhol), os jornalistas Xavier Luque e Jordi Finestres realizam um trabalho de pesquisa e investigação que relata, com documentos oficiais e registros da imprensa espanhola, como autoridades do esporte e da política do país -incluindo a participação de figuras de peso do regime de Francisco Franco- atuaram em favor do Real. A Fifa, na tentativa de agradar a ambos, sugeriu que Alfredo Di Stéfano jogasse alternadamente pelos dois clubes durante quatro anos. Uma temporada com o Barça, outra com o Real, em um pingue-pongue que duraria de 1953 a 1957. Descontente com a medida, o Barcelona não aceitou o acordo e abriu mão da negociação. O Real Madrid pagou aos catalães o valor correspondente à transferência feita ao River Plate pela compra do atacante, enfim reforço madridista. Sua história no futebol a partir daí já é muito mais conhecida. Como jogador do Real, clube que defendeu de 1953 a 1964, Di Stéfano conquistou cinco taças da Champions League (na época Copa da Europa) e oito Campeonatos Espanhóis, marcando 418 gols em 510 partidas. Foi o símbolo daquele grande Real Madrid, que passou a ser não apenas o time espanhol mais vitorioso, mas sinônimo de conquistas europeias. O curioso é que, mesmo depois do imbróglio entre os clubes e suas diretorias, o argentino vestiria duas vezes a camisa do Barcelona em partidas festivas. A primeira delas foi em um amistoso contra o Vasco da Gama, no dia 12 de junho de 1955, na Espanha. Com Di Stéfano atuando ao lado de Luis Suárez, atacante da seleção espanhola e ídolo do Barça, os catalães venceram os cariocas por 1 a 0, gol de Isidre Flotats, aos 35 minutos do primeiro tempo. "O grêmio cruzmaltino perdeu para um dos melhores quadros da Europa. Valeu mais para o cartel internacional do Vasco a derrota por 1 a 0, do que a vitória sobre o La Coruña por 6 a 1", escreveu o jornal Folha de S.Paulo na edição do dia seguinte ao amistoso. "Embora o Barcelona tenha lutado bem, empregando-se com entusiasmo e cerrando a defesa quando percebeu que poderia ganhar com aquele goal único, o fato é que o Vasco poderia ter conseguido um resultado melhor, um empate ou até mesmo a vitória, se tivesse contado com um ataque mais positivo", publicou o jornal O Globo, em sua edição de 13 de junho. "A equipe do Barcelona jogou reforçada do excelente centroavante argentino Di Stéfano, o qual tem atuado em todos os matches da temporada vascaína em gramados espanhóis", completou o jornal carioca. Além dos já citados duelos com o La Coruña e com o Barcelona, o clube de São Januário também enfrentou na turnê espanhola o Valencia, outro time que contou com a presença de Alfredo Di Stéfano, cedido pelo Real Madrid. A partida com os valencianos terminou empatada em 3 a 3, e o argentino anotou um dos gols. A segunda e última partida de Alfredo Di Stéfano pelo Barcelona ocorreu em 30 de agosto de 1961, no Camp Nou. O atacante foi um dos convidados para participar da despedida do húngaro e ídolo barcelonista Ladislao Kubala, em amistoso contra o francês Stade de Reims. Além do argentino, o Real Madrid também cedeu para o jogo festivo Ferenc Puskás, compatriota de Kubala. Com o trio de craques na equipe titular, o Barça venceu a partida por 4 a 3. Di Stéfano, com menos cabelos do que em 1955, porém com o talento intacto, marcou duas vezes, e Vergés e Benítez fecharam a conta para os catalães. Goleiro da equipe na vitória sobre os franceses, Antoni Ramallets também estava em campo no amistoso de seis anos antes, o primeiro de Alfredo Di Stéfano com a camisa do Barcelona. Provavelmente, dois jogos inesquecíveis para Ramallets, que ao menos nessas duas partidas não precisou se preocupar com a ameaça do atacante.

  • O Globo

    Vasco: Vanderlei é regularizado e tem chance de estrear contra o Flamengo

    Goleiro afirmou na apresentação que está em forma e que depende da comissão técnica

  • Extra

    Justiça determina que Vasco penhore R$ 1,7 milhão, após ação de Paulo Autuori

    O site Esporte News Mundo teve acesso ao processo que o treinador Paulo Autouri move contra o Vasco...