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Warren Buffett | Notícias sobre o milionário investidor

  • Yahoo Vida e Estilo

    Por que Anne Hathaway odeia ser chamada pelo primeiro nome

    Em entrevista na TV, atriz de 38 anos diz que só a sua mãe tem o direito de chamá-la de Anne

  • Reuters

    Anne Hathaway lança comédia romântica filmada durante pandemia

    LONDRES (Reuters) - Enquanto o restante do mundo se fechava para evitar a Covid-19, a estrela norte-americana Anne Hathaway se viu iniciando um novo projeto de filme -- uma comédia romântica ambientada na pandemia."Acho que nenhum de nós sabe bem como conseguimos", disse Hathaway à Reuters ao lado do coprotagonista Chiwetel Ejiofor para falar sobre "Locked Down", o resultado do trabalho deles que começou a ser transmitido por streaming na HBO Max nesta quinta-feira.

  • Folhapress

    Bitcoin bate R$ 200 mil com impulso de grandes fundos globais e gestoras

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em menos de um mês, o bitcoin saiu de US$ 19 mil (R$ 104,6 mil) para US$ 40 mil (R$ 220 mil) no início de 2021. No sábado (9), foi a US$ 40,858,59 (R$ 224,8 mil), segundo dados da Bloomberg, batendo um novo recorde. Nesta terça-feira (12), a criptomoeda valia, às 17h15, US$ 34.103,54 (R$ 181,5 mil), uma queda de 16,5% em relação ao recorde, após realização de lucros de investidores. Segundo analistas do mercado, a recente valorização é fruto do aporte de grandes investidores institucionais, como o fundo Renaissance Technologies e as gestoras AllianceBernstein e Guggenheim Partners. Com a abundante liquidez provida pelos principais bancos centrais do mundo para combater os efeitos econômicos do coronavírus, aumentam os recursos à disposição para investimento. No cenário de juro baixo, dólar pressionado pelo crescente gasto do governo americano e Bolsas de Valores em patamares recordes, as criptomoedas ficam mais atrativas. Gestores de destaque em Wall Street também investem na moeda, como os americanos Paul Tudor Jones, Stanley Druckenmiller e Bill Miller. Warren Buffett, por outro lado, é um dos críticos ao bitcoin. Em entrevista à rede de televisão americana CNBC em 2019, ele disse que ela é "uma ilusão, basicamente." Com a pandemia de Covid-19, o bitcoin passou a ser visto como um um hedge (transação compensatória que visa proteger contra prejuízos na oscilação de preços) contra a inflação e uma alternativa ao dólar depreciado. "Muita gente do mercado tradicional pulou a cerca ou pelo menos colocou um pé no mundo das criptomoedas", afirma João Marco Braga da Cunha, gestor da Hashdex. Em 2020, a moeda americana perdeu 7,30% de seu valor ante as principais divisas globais, enquanto o bitcoin teve valorização de 300%. Os pacotes de estímulo econômicos nos EUA aumentam as perspectivas de alta na inflação do país, e economistas consultados pela Bloomberg afirmam que a expectativa mediana é de alta de 1,2% em 2020, 2% em 2021 e 2,1%. "A tese de que o bitcoin é uma defesa para o risco inflacionário ganhou muita força" diz Cunha. Desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia de coronavírus em 11 de março de 2020, o bitcoin vive um rali, se valorizando 343%. Outro fator para a forte alta é que o bitcoin é finito e sua emissão está perto do fim. Na sua criação, estabeleceu-se que podem haver apenas 21 milhões de bitcoins. "Estamos próximos de 90% disso. O bitcoin é muito valioso por sua escassez. Cerca de 80% do que já foi emitido não está sendo movimentado, está sob custódia", afirma Safiri Felix, conselheiro da ABCripto (Associação Brasileira de Criptoeconomia). Além da descrença por parte do mercado, a criptomoeda mais conhecida do mundo tem dificuldades de penetrar nas economias por sua grande volatilidade. "O bitcoin é uma reserva de valor, mas para ser considerado reserva de valor precisaria ter menos volatilidade. Se todo mundo concorda que é, passa a ser [reserva de valor]", afirma Cunha. Segudo o banco americano JP Morgan, o bitcoin se tornou um rival do ouro e pode ser negociado a até US$ 146 mil se conseguir se estabelecer como um ativo seguro. "A competição do bitcoin com o ouro já começou", disseram estrategistas do banco em relatório de 5 de janeiro, citando as recentes saídas de US$ 7 bilhões do ouro e entradas de mais de US$ 3 bilhões no Grayscale Bitcoin Trust, que funciona como um fundo de índice que acompanha o movimento do bitcoin. Segundo o banco, a criptomoeda ganha força em detrimento do ouro à medida que os jovens se tornam cada vez mais presentes no mercado de investimentos, dada sua preferência pelo "ouro digital" em relação ao ouro tradicional. "Nunca houve conjunção tão favorável para esse investimento. Risco de queda está menor que em 2017", diz Felix, da ABCripto (Associação Brasileira de Criptoeconomia). Em janeiro de 2017, o bitcoin valia US$ 1.000. Em dezembro daquele ano, chegou a US$ 19 mil. Em maio de 2018, caiu para US$ 7.000. A expressiva variação de preço levou o mercado a classificar a valorização criptomoeda como uma bolha. "Em 2017, eram investidores do varejo, agora são institucionais, fundos multimercado investindo na moeda", diz Felix. A presença de fundos faria frente à aura especulativa que a moeda ganhou em 2017. Outra mudança positiva é a autorização para que bancos americano façam custódia de bitcoin. Em julho de 2020, o Gabinete do Controlador da Moeda dos EUA esclareceu que os bancos do país têm autoridade para fornecer contas bancárias fiduciárias e serviços de custódia de criptomoedas para empresas de criptomoedas. Segundo Felix, o passo é importante para a confiança do mercado nas moedas digitais. A segurança é justamente o que muitos investidores procuram no bitcoin. Não há nenhuma instituição ou país por trás da moeda, apenas um sistema criptografado e verificável, com transações gravadas por meio da tecnologia blockchain. "Ter o patrimônio totalmente dependente de fatores políticos é complicado. As pessoas veem bitcoin cada vez mais como um ativo de segurança. Com todos os governos mais endividados, as moedas perdem força", diz Felix.

  • Yahoo Finanças

    Homem mais rico da China criou fortuna vendendo água em garrafa

    Zhong é o presidente do conselho da Nongfu Springs, uma gigante chinesa especializada no setor de água engarrafada.

  • Bloomberg

    Buffett perde lugar em ranking de fortuna para bilionário chinês

    (Bloomberg) -- A fortuna de Zhong Shanshan atingiu novo recorde.O presidente do conselho da Nongfu Spring, uma empresa de água engarrafada com grande presença na China, agora é mais rico do que Warren Buffett, já que seu patrimônio cresceu US$ 13,5 bilhões desde o início do ano, para US$ 91,7 bilhões na terça-feira, segundo o Índice de Bilionários da Bloomberg.Zhong, de 66 anos, é agora a sexta pessoa mais rica do planeta. As ações da Nongfu deram um salto de 18% nos dois primeiros pregões de 2021, o que marca um avanço superior a 200% desde a abertura de capital em setembro.É apenas a segunda vez que um cidadão chinês fica entre as 10 pessoas mais ricas do mundo - o magnata do setor imobiliário Wang Jianlin conseguiu a oitava posição em 2015 - e ninguém da China continental jamais teve uma classificação tão alta no índice de fortunas da Bloomberg desde seu lançamento em 2012.Conhecido na China como “Lobo Solitário” por evitar o envolvimento em grupos empresariais ou políticos, Zhong também listou a fabricante de vacinas Beijing Wantai Biological Pharmacy Enterprise em abril do ano passado. A ação da empresa disparou mais de 2.800%.Zhong destronou o indiano Mukesh Ambani como a pessoa mais rica da Ásia na semana passada e está perto de entrar no reino rarefeito de indivíduos que valem mais de US$ 100 bilhões. Buffett está fora desse grupo, com uma fortuna de US$ 86,2 bilhões, mas o fundador da Berkshire Hathaway doou mais de US$ 37 bilhões em ações desde 2006.Os investidores apostam em ações de consumo da China com a recuperação do país da crise de Covid-19, enquanto analistas estão cada vez mais otimistas com relação à Nongfu.Zhong também ajudou quatro parentes a se tornarem bilionários. Sua irmã mais nova, Zhong Xiaoxiao, e três irmãos de sua esposa têm fatia individual de 1,4% na Nongfu no valor de US$ 1,3 bilhão, com base na participação listada no prospecto da empresa do ano passado. A empresa criou dezenas de milionários, incluindo mais parentes e funcionários de Zhong.Embora a Covid-19 tenha abalado grande parte da economia global em 2020, foi um bom ano para os ultrarricos do mundo. As 500 pessoas mais ricas aumentaram sua fortuna em US$ 1,8 trilhão e, juntas, valiam US$ 7,6 trilhões no final do ano. Zhong, o vencedor da Ásia, ganhou mais de US$ 71 bilhões, o maior valor depois de Elon Musk, da Tesla, e Jeff Bezos, da Amazon.com.Uma exceção de destaque é Jack Ma, até recentemente a pessoa mais rica da Ásia. Ele não é visto em público desde que reguladores chineses suspenderam a oferta pública inicial de US$ 35 bilhões da Ant Group. Seu patrimônio líquido caiu cerca de US$ 10 bilhões desde outubro, e ele agora é a 25ª pessoa mais rica do mundo.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2021 Bloomberg L.P.

  • Papelpop

    Anne Hathaway e Chiwetel Ejiofor planejam crime no trailer do filme “Locked Down”

    Aquecendo o público para o lançamento, o HBO Max divulgou nesta terça-feira (5) o trailer do filme "Locked Down". Ali, os personagens de Anne Hathaway e Chiwetel Ejiofor vivem uma crise no relacionamento em meio a uma pandemia. Pelas imagens que constam no trailer, é possível ver que o casal vai acabar se reaproximando de […]

  • Yahoo Finanças

    Produção de abacate está causando terremotos no México

    Não é todo dia que se vê a produção de um fruto causando terremotos.

  • Yahoo Finanças

    AliExpress planeja abrir no Brasil plataforma para vendedores locais

    Novidade deve chegar em breve, segundo jornal.

  • Yahoo Finanças

    Apple volta atrás e libera app que tinha acusado de fazer apologia ao uso de drogas

    Empresa voltou atrás em decisão polêmica.